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Domingo, 21 de Julho de 2024
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Ano da Copa do Mundo não começa com Brasil favorito, mas com equilíbrio entre as dez maiores seleções

Itália foi campeã da Euiropa em julho e pode ficar fora do segundo Mundial consecutivo

Marcone Pedro
Por Marcone Pedro
Ano da Copa do Mundo não começa com Brasil favorito, mas com equilíbrio entre as dez maiores seleções
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A seleção brasileira disputou dezesseis partidas em 2021 e só perdeu uma. A derrota representou a perda da Copa América, conquistada pela Argentina dentro do Maracanã. O Brasil piorou durante a pandemia e não foi só o país. A seleção também, porque oscila. Teve uma única extraordinária atuação contra o Uruguai, mas muitas boas em boa toda a temporada.

O momento não é de festa, mas de trabalho. Tite não verá seu time festejado como favorito à conquista do hexacampeonato.

Mas Felipão também sabia que não era um dos principais candidatos, quando o sol nasceu em 1 de janeiro de 2002, nem Carlos Alberto Parreira levava o melhor time do planeta para campo em 1 de janeiro de 1994. É um convite à reflexão reler jornais antigos e os acervos da Folha de S. Paulo, Estadão, O Globo e Biblioteca Nacional ajudam muito a perceber nossas contradições.

O Brasil não é favorito nem é a seleção mais estressada do mundo neste momento. A Itália é. A seleção de Tite perdeu a final da Copa América no sábado, 10 de julho, e na tarde seguinte a Azzurra explodiu com sua ressureição, campeã da Europa apenas quatro anos depois de perder para a Suécia a vaga na Copa do Mundo da Rússia.

FONTE/CRÉDITOS: Rio de Janeiro
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