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Segunda-feira, 18 de Maio de 2026
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Coronavírus

Especialistas chegam à China esta semana para investigar origens da covid-19

Uma equipe internacional de especialistas, liderada pela Organização Mundial de Saúde

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Especialistas chegam à China esta semana para investigar origens da covid-19
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Uma equipe internacional de especialistas, liderada pela Organização Mundial de Saúde, OMS, deve chegar à China nesta quinta-feira para uma investigação sobre as origens da pandemia da covid-19. 

A equipe inclui cientistas de 12 países, entre eles: Austrália, Quênia, Japão, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos que atuarão com especialistas chineses.

Falando a jornalistas, em Genebra, o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, disse que os estudos começarão na cidade de Wuhan, onde a doença surgiu em dezembro de 2019 “para identificar a fonte potencial de infecção dos primeiros casos.” 

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Tedros acredita que “a evidência científica conduzirá a hipóteses que serão a base para estudos adicionais de longo prazo." 

Segundo ele, esse trabalho "é importante não apenas para a covid-19, mas para o futuro da segurança da saúde global” no gerenciamento de doenças emergentes com potencial pandêmico. 

Na semana passada, o chefe da OMS expressou decepção com os atrasos na viagem porque a China ainda não havia autorizado a entrada da equipe.  E alguns cientistas já estavam a caminho sem saber se poderiam fazer o trabalho. 

*Os 12 países da Missão da OMS são: Austrália, Dinamarca, Alemanha, Quênia, Japão, Holanda, Qatar, Rússia, Sudão, Reino Unido, Estados Unidos da América e Vietnã 

Vacinas 

Tedros Ghebreyesus também falou da atuação da OMS para aprovar mais vacinas contra a pandemia.  

Uma outra equipe já está na China com os produtores das vacinas Sinovac e Sinopharm para saber se elas atendem aos padrões de qualidade e segurança.  

A agência também aguarda os dados do Instituto Serum, na Índia, sobre a imunização do laboratório AstraZeneca para decidir se pode ser recomendada para uso internacional.  

Tedros repetiu que "salvar vidas, meios de subsistência e economias depende de um acordo global para evitar o nacionalismo de vacinas." 

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