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Quinta-feira, 21 de Maio de 2026
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Como o uso suspeito da Abin para espionagem pode ter ligação com as milícias digitais e o 'gabinete do ódio'

Nova fase da investigação da Polícia Federal sobre o uso da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para fazer espionagem ilegal teve o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) como alvo.

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Como o uso suspeito da Abin para espionagem pode ter ligação com as milícias digitais e o 'gabinete do ódio'
Bolsonaro e Carlos Bolsonaro acompanham saída da PF da casa de Angra dos Reis — Foto: Reprodução/GloboNews
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Depois de atingir os filhos Flavio e Renan que, segundo as suspeitas da Polícia Federal, teriam se beneficiado de informações da chamada "Abin paralela", a operação "Vigilância Aproximada", agora, chegou a outro filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL): Carlos, vereador pelo Republicanos-RJ.

Nesta segunda-feira (29), Carlos foi alvo de uma nova fase da investigação da Polícia Federal sobre o uso da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para fazer espionagem ilegal.

Para Andréia Sadi, em entrevista ao podcast O Assunto desta terça-feira (30), esse "é o momento de maior risco para a família Bolsonaro" na investigação sobre a suposta 'Abin paralela'.

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"Você tem três filhos de Bolsonaro beneficiados pela operação do esquema ilegal de monitoramento, né, da Abin. Então você teve Flávio na semana passada, o Jair Renan na semana passada", disse a apresentadora da GloboNews e colunista do g1.

 

"E hoje [segunda-feira, 29] o Carlos Bolsonaro, como eu diria para você, o grande líder dentro da família Bolsonaro, o grande entusiasta da ideia de abrir uma 'Abin paralela', que não sou eu quem tá dizendo. Isso foi até... Quem revelou essa informação foi o Gustavo Bebianno", complementou.

Em 2020, durante entrevista ao "Roda Viva", da TV Cultura, Bebianno, ex-ministro de Bolsonaro, disse que Carlos surgiu "com o nome de um delegado federal e de três agentes que seria uma 'Abin paralela'". Bebianno morreu após um infarto ainda em 2020.

FONTE/CRÉDITOS: g1
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