Futebol brasileiro teve, no máximo, dois clubes na semifinal; quartas de final terão Rosario Central x Bragantino, LDU x Athletico e Santos x Libertad
Athletico, Bragantino e Santos podem conquistar um feito inédito para o futebol brasileiro: colocar três representantes na semifinal da Sul-Americana pela primeira vez na história. Até hoje, só a Argentina teve três semifinalistas na mesma edição. O Brasil contou, no máximo, com dois semifinalistas.
As quartas de final começam nesta terça-feira. O Bragantino visita o Rosario Central às 19h15 desta terça, no Gigante Arroyito.
Athletico e Santos entram em campo na quinta. Às 19h15, o Furacão visita a LDU. Um pouco mais tarde, às 21h30, o Peixe recebe o Libertad.
O classificado de Rosario Central x Bragantino enfrenta quem passar de Santos x Libertad. E o classificado de LDU x Athletico encara Sporting Cristal ou Peñarol (esta partida está marcada para 19h15 de quarta-feira, em Lima). Os jogos de volta serão na semana que vem.
O Brasil teve, no máximo, dois semifinalistas em uma mesma edição: Goiás e Palmeiras em 2010, São Paulo e Ponte Preta em 2013 e Atlético-MG e Corinthians em 2019.Se os três brasileiros passarem, eles vão repetir o feito conquistado pelo futebol argentino na temporada passada.
Na Sul-Americana de 2020, os argentinos Defensa Y Justicia, Lanús, Vélez chegaram à semifinal - o Coquimbo, do Chile, era o outro classificado. O Defensa Y Justicia venceu o Lanús na grande decisão, no Mario Alberto Kempes (na Argentina) e conquistou o titulo.
Athletico, Bragantino e Santos também têm outro desafio: buscar o título para reduzir a vantagem dos hermanos na história da Sul-Americana. A Argentina soma nove títulos. O Brasil, quatro.
As semifinais estão marcadas para as semanas de 22 e 29 de setembro. Já a finalíssima, em jogo único, será disputada no dia 6 de novembro, no estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai.
Todos os semifinalistas da Sul-Americana
2002: San Lorenzo, Atlético Nacional, Bolívar e Nacional-URU
2003: Cienciano, River Plate, Atlético Nacional e São Paulo
2004: Boca Juniors, Bolívar, Internacional e LDU
2005: Pumas, Boca Juniors, Universidad Católica e Vélez (2 argentinos)
2006: Pachuca, Colo-Colo, Athletico e Toluca (2 mexicanos)
2007: América-MEX, Arsenal de Sarandí, Millonarios e River Plate (2 argentinos)
2008: Estudiantes, Internacional, Argentino Juniors e Chivas (2 argentinos)
2009: LDU, Fluminense, River Plate-URU e Cerro Porteño
2010: Independiente, Goiás, Palmeiras e LDU (2 brasileiros)
2011: Universidad de Chile, LDU, Vasco e Vélez
2012: São Paulo, Tigre, Universidad Católica e Millonarios
2013: Lanús, Ponte Preta, São Paulo e Libertad (2 brasileiros)
2014: River Plate, Atlético Nacional, Boca Juniors e São Paulo (2 argentinos)
2015: Santa Fe, Huracán, River Plate e Sportivo Luqueño (2 argentinos)
2016: Atlético Nacional, Chapecoense, San Lorezno e Cerro Porteño
2017: Flamengo, Independiente, Junior Barranquilla e Libertad
2018: Athletico, Junior Barranquilla, Fluminense e Santa Fe (2 brasileiros)
2019: Independiente del Valle, Colón, Corinthians e Atlético-MG (2 brasileiros)
2020: Defensa Y Justicia, Lanús, Coquimbo e Vélez (3 argentinos)

Correio do Agreste