A Polícia Civil e o Ministério Público do Amazonas (MPAM) investigam a morte de uma paciente com Covid-19 que recebeu tratamento com nebulização de hidroxicloroquina.
A pasta decidiu afastar a profissional uma vez que o método aplicado não faz parte dos protocolos terapêuticos contra a doença, apesar de amplamente divulgado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido).
Ao menos duas pacientes foram submetidas ao tratamento de nebulização de hidroxicloroquina no Instituto da Mulher Dona Lindu (IMDL). Ambas assinaram termo de consentimento. Uma veio a óbito e a outra teve alta.
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A médica foi integrada à Secretaria de Saúde no dia 3 de fevereiro, após contratação em regime temporário pela pasta junto a outros 2,3 mil profissionais de saúde.
O banco de recursos humanos usado na contratação foi disponibilizado ao estado pelo Ministério da Saúde. Os profissionais foram contratados para atuar durante a pandemia em hospitais da rede estadual.

Correio do Agreste