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Segunda-feira, 17 de Agosto 2026
Rio Grande do Norte

Pesquisadores da UFRN integram grupo que descobriu 'Nova Terra': 'planeta raro e único'

Exoplaneta com a massa da Terra foi descoberto em um sistema estelar distante e é chamado de KMT-2020-BLG-0414Lb.

Portal Correio do Agreste
Por Portal Correio do Agreste
Pesquisadores da UFRN integram grupo que descobriu 'Nova Terra': 'planeta raro e único'
Pesquisadores da UFRN integram grupo que descobriu 'Nova Terra' — Foto: Reprodução
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Dois pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte integram o grupo de astrônomos que descobriu um exoplaneta com a massa da Terra em um sistema estelar distante, designado de KMT-2020-BLG-0414Lb.

A descoberta foi publicada na revista Research in Astronomy and Astrophysics. O novo planeta extrassolar foi detectado através da técnica de Microlentes Gravitacionais.

O anúncio da "Nova Terra" havia sido feito na sexta-feira (24). Neste sábado (25), o telescópio espacial James Webb foi lançado a partir de uma base da Agência Espacial Europeia (ESA) na Guiana Francesa. O novo telescópio espacial da Nasa é, basicamente, um grande observatório espacial que consegue enxergar objetos – como estrelas, galáxias e exoplanetas – super distantes no espaço.

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O KMT-2020-BLG-0414Lb está 224,4 milhões de quilômetros distante de sua estrela hospedeira, ou uma vez e meia a distância Terra-Sol, como calculam os astrofísicos.

 

"Sendo a distância média entre a Terra e o Sol de aproximadamente 149.600.000 km, ou seja uma Unidade Astronômica (AU), o planeta descoberto está somente 1,5 vez esta distância. É um planeta raro e único na relação entre o tamanho de sua órbita e sua massa. Atingimos com ele a linha do gelo, que é a distância específica onde a atmosfera é fria o suficiente para compostos voláteis como água, amônia, metano, dióxido de carbono e monóxido de carbono condensado em grãos de gelo sólidos. Este é um passo fundamental na formação da sopa cósmica onde a vida foi cozinhada", explica José Dias do Nascimento Júnior, professor associado do Departamento de Física Teórica e Experimental da (DFTE/UFRN).

FONTE/CRÉDITOS: g1 RN

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