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Sexta-feira, 15 de Maio de 2026
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Menina de 2 anos com doença rara arranca o próprio cabelo para comer

Criança possui vários problemas de saúde e pais decidiram raspar a cabeça dela para evitar complicações maiores

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Por Portal Correio do Agreste
Menina de 2 anos com doença rara arranca o próprio cabelo para comer
Foto: Reprodução
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Sydney Miller, uma menina de 2 anos de Dunbar, na Escócia, nasceu com uma condição genética rara que a tornou obcecada por morder coisas. Nos últimos meses, uma mudança de comportamento provocada pela síndrome de Primrose fez com que ela começasse a arrancar tufos do próprio cabelo para comê-los.

A mãe da menina, Stacie Miller, contou ao jornal Edinburgh Live que a filha tinha o hábito de mastigar uma chupeta por dia. Mais recentemente, entretanto, a mãe percebeu que uma careca estava começando a aparecer no topo da cabeça da menina.

“Um dia notei que ela estava puxando fios de cabelo. Eles se transformaram em tufos e, então, ela começou a comer o que puxava. Sydney tem um limiar de dor muito alto, então não sente quando arranca o cabelo”, contou a mãe.

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O hábito se tornou um problema maior porque Sydney se alimenta por meio de uma sonda ligada ao estômago e os tufos de cabelo engolidos criam um emaranhado nos tubos, aumentando o risco de infecções.

Além da Síndrome de Primrose, Sydney também tem outros problemas de saúde: síndrome de Horners; síndrome de arlequim; agenisis parcial do corpo caloso; cisto pituitário; deficiência auditiva bilateral e desenvolvimento global atraso.

Para evitar mais complicações, a família decidiu raspar o cabelo da menina em um evento marcado para 3 de junho com a presença de uma participante do programa X Factor, similar ao brasileiro The Voice. O dinheiro arrecado será doado para uma vaquinha virtual que financia a luta de uma criança contra o câncer.

“Chegamos à difícil decisão de raspar o que sobrou de cabelo longo, grosso, castanho e encaracolado dela. Ao fazer isso, estamos ajudando nossa garota, mas também à outra pessoa ao mesmo tempo”, disse.

FONTE/CRÉDITOS: AGORA RN
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