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Segunda-feira, 17 de Agosto 2026
Política

Isso é gravíssimo, diz Erika Kokay sobre mãe de miliciano no gabinete de Flávio Bolsonaro

Deputada reeleita pelo PT-DF retuitou uma post

Portal Correio do Agreste
Por Portal Correio do Agreste
Isso é gravíssimo, diz Erika Kokay sobre mãe de miliciano no gabinete de Flávio Bolsonaro
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Deputada reeleita pelo PT-DF retuitou uma post do também deputado Jean Wyllys (PSol-RJ) sobre o fato de o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) ter empregado em seu próprio gabinete na Alerj a mãe do ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega, suspeito de envolvimento com o assassinato da ex-vereadora Marielle Franco (Psol); "Jean Wyllys isso é gravíssimo. Ainda estamos sem respostas sobre quem matou Marielle e Anderson, quem mandou matar. Parece-nos que é só a ponta de um imenso iceberg"

A deputada federal reeleita Erika Kokay (PT-DF) retuitou uma post do também deputado federal reeleito Jean Wyllys (PSol-RJ) sobre o fato de o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), deputado estadual no Rio, ter empregado em seu próprio gabinete Raimunda Veras Magalhães, mãe do ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega, neste momento foragido da Operação "Os Intocáveis" e suspeito de envolvimento com o assassinato da ex-vereadora do Rio Marielle Franco (Psol).

"Jean Wyllys isso é gravíssimo. Ainda estamos sem respostas sobre quem matou Marielle e Anderson, quem mandou matar. Parece-nos que é só a ponta de um imenso iceberg", escreveu a parlamentar no Twitter.

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Vale ressaltar que Raimunda aparece em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) como uma das remetentes de depósitos para Fabrício Queiroz, ex-assessor do parlamentar. Inclusive o filho dela foi homenageado na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) por Flávio Bolsonaro. O ex-capitão também já foi preso duas vezes, suspeito de ligações com a máfia de caça-níqueis e, de acordo com o Ministério Público do Rio, era o como chefe no Escritório do Crime, uma organização de pistoleiros e suspeita de assassinar Marielle.

No caso assassinato de Marielle Franco, que também era ativista de direitos humanos, a polícia informou, em março do ano passado, que os criminosos escolheram um lugar sem câmeras para comete o homicídio. A suspeita é de que crime tenha sido encomendado. Ela denunciava a truculência policial nas favelas. 

FONTE/CRÉDITOS: 247

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