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Segunda-feira, 17 de Agosto 2026
Rio Grande do Norte

Governo do RN firma acordo para retirar PMs de unidades prisionais

De acordo com o texto, a retirada será gradual, conforme os novos agentes forem inseridos, e tem previsão para conclusão

Portal Correio do Agreste
Por Portal Correio do Agreste
Governo do RN firma acordo para retirar PMs de unidades prisionais
Guaritas de Alcaçuz devem ser preenchidas com agentes penitenciários
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De acordo com o texto, a retirada será gradual, conforme os novos agentes forem inseridos, e tem previsão para conclusão em 31 de dezembro de 2022

O Governo do Estado firmou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Rio Grande do Norte na intenção de retirar policiais militares que hoje atuam nas guaritas das prisões potiguares. O termo foi publicado na edição desta quinta-feira, 25, do Diário Oficial do Estado, que também contempla a convocação de 56 novos agentes penitenciários.

De acordo com o texto, a retirada será gradual, conforme os novos agentes forem inseridos, e tem previsão para conclusão em 31 de dezembro de 2022. A cada semestre, a Secretaria Estadual da Administração Penitenciária (Seap) deverá substituir, pelo menos, um sétimo do número atual.

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A retirada dos policiais e inserção dos agentes penitenciários atende à futura inauguração de novos pavilhões em presídios do município metropolitano de Nísia Floresta, e de Mossoró. Em Nísia, estão as penitenciárias de Alcaçuz (416 vagas) e Rogério Coutinho Madruga (315 vagas); já em Mossoró, são 420 vagas no complexo prisional Mário Negócio.

O TAC determina ainda que a Seap poderá conceder até 20 diárias operacionais por mês ao agente que, em período de folga e independente o regime operacional, desejar trabalhar na custódia de presos e na guarda externa da penitenciária.

Caso a Seap consiga atender às demandas do TAC, o Ministério Público garantiu que não judicializará o Estado por utilizarem os PMs para realizarem as atividades que deveriam ser dos agentes penitenciários. A cláusula, todavia, perderá eficácia se o Executivo estadual deixar de cumprir qualquer uma das obrigações do termo. O ideal, de acordo com o MPRN, é que seja alcançada uma proporação de um agente penitenciário para cada cinco presos.

FONTE/CRÉDITOS: José Aldenir / Agora RN

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