Estudantes de São Paulo saíram às ruas ao nascer do sol com o objetivo de protestar contra os cortes de dinheiro na Educação feitos pelo governo Jair Bolsonaro, que Abraham Weintraub como ministro da Educação; os cortes abrem espaço para estímulo à privatização de universidades
Estudantes de São Paulo saíram às ruas ao nascer do sol com o objetivo de protestar contra os cortes de dinheiro na Educação feitos pelo governo Jair Bolsonaro, que Abraham Weintraub como ministro da Educação.
O titular da pasta havia anunciado o corte de 30% em verbas de universidades federais como a UFBA, a UFF, além da UnB, alegando mal desempenho e suposta "balbúrdia". Segundo ele, há instituições de ensino superior palco de eventos impróprios como atos partidários.
Os cortes abrem espaço para estímulo à privatização de universidades.
O dia 15 de maio de 2019 deixará uma marca na história dos setores da educação no país. Essa é a avaliação de Douglas Izzo, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT-SP), sobre a greve geral da educação que acontece nesta quarta-feira (15).
A paralisação ocorre em repúdio ao corte de 30% no orçamento discricionário de 2019 para todas as universidades e institutos federais, anunciado pelo Ministério da Educação (MEC) há alguns dias. Segundo Izzo, o grande ato será um "esquenta" para a paralisação geral de todas as categorias convocada para 14 de junho. "Vai ser uma grande arrancada para construirmos a maior greve geral da história desse país e derrotar a proposta de reforma da Previdência do governo", afirma.
Ele acrescenta que as mobilizações evidenciam a crítica às políticas de Bolsonaro e de sua equipe ministerial. "Uma greve geral no primeiro semestre, ainda nem completando 6 meses de governo, significa que esse governo está caminhando para o lado errado", considera (leia aqui).

Correio do Agreste