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Segunda-feira, 17 de Agosto 2026
Política

DJ preso disse ter visto mensagens de Moro em celular de amigo, diz advogado

Um dos presos pela Polícia Federal nessa terça-feira (23) suspeito de ter hackeado o celular do ministro Sergio Moro

Portal Correio do Agreste
Por Portal Correio do Agreste
DJ preso disse ter visto mensagens de Moro em celular de amigo, diz advogado
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Um dos presos pela Polícia Federal nessa terça-feira (23) suspeito de ter hackeado o celular do ministro Sergio Moro, Gustavo Henrique Santos disse ao seu advogado que viu as mensagens de Sérgio Moro no celular de Walter Delgatti Neto, também preso na operação; "Ele me disse que o Walter apresentou para ele para se vangloriar, mostrar que tinha um certo acesso. Não comentou como foi obtido", afirmou o advogado Ariovaldo Moreira

Um dos presos pela Polícia Federal nessa terça-feira (23) suspeito de ter hackeado o celular do ministro Sergio Moro, o DJ Gustavo Henrique Elias Santos, disse ao seu advogado que viu as mensagens de Sérgio Moro no celular de Walter Delgatti Neto, também preso na operação.

 
 "Segundo relatos do Gustavo, o Vermelho [apelido de Walter] mostrou para ele algumas interceptações de uma autoridade. Isso informação do Gustavo. Vai ser inclusive esse depoimento que ele dará hoje", disse o advogado Ariovaldo Moreira, que representa dois investigados – Gustavo Henrique Elias Santos e Suellen Priscila de Oliveira.
 

Gustavo Henrique Elias Santos disse ao advogado que Walter Delgatti Neto mostrou as mensagens apenas para se "vangloriar", sem explicar intenção com as mensagens. "Não. Ele me disse que o Walter apresentou para ele para se vangloriar, mostrar que tinha um certo acesso. Não comentou como foi obtido", afirmou.

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Eles foram presos na operação Boofing, autorizada pelo juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal, em Brasília, que investiga invasão do celular do ministro Sérgio Moro. A operação foi deflagrada nas cidades de São Paulo, Araraquara e Ribeirão Preto.

A investigação ainda não conseguiu estabelecer com exatidão se o grupo sob investigação em São Paulo tem ligação com o pacote de mensagens. Também não há provas de que os diálogos, enviados ao Intercept por fonte anônima, foram obtidos a partir de ataque hacker.

FONTE/CRÉDITOS: 247

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