Por conta dos fortes ventos na região, o avião não conseguiu pousar em Mendoza, local do jogo contra o Godoy Cruz, nesta terça-feira (23), pelas oitavas de final da Libertadores.
A delegação do Palmeiras passou por momentos de tensão durante o voo de Fortaleza (onde a equipe enfrentou o Ceará) até Mendoza, na Argentina. Por conta dos fortes ventos na região, o avião não conseguiu pousar na cidade, local do jogo contra o Godoy Cruz, nesta terça-feira (23), pelas oitavas de final da Libertadores. O grupo teve que desembarcar em Buenos Aires, distante cerca de 1,1 mil km de Mendoza.
O diretor de futebol do clube, Alexandre Mattos, relatou o pânico durante a turbulência. “Me recordo claramente a hora que veio o aviso para colocar o cinto, mais ou menos 20 minutos antes da aterrissagem. Eu estava vendo um filme… Aí começa um verdadeiro filme de terror. Em um primeiro momento era uma turbulência leve, foi aumentando, e o avião foi reduzindo, abaixando, e ela aumentando. A sensação que dava é que tinha algo de baixo para cima empurrando as asas, que ficavam balançando”, contou o dirigente, em depoimento para a TV Palmeiras.
Alguns dos jogadores chegaram a vomitar por conta da movimentação constante da aeronave, enquanto outros rezavam. Segundo a imprensa argentina, os ventos chegaram a 80 km/h por causa do fenômeno Zonda. Árvores e postes de energia caíram pela cidade. Uma mulher de 42 anos teria morrido após a queda de uma árvore em cima da casa onde morava.

Correio do Agreste