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Segunda-feira, 17 de Agosto 2026
Esportes

Coronavírus deve causar perdas de mais de R$ 20 bilhões para o futebol europeu

Mais rica de todas as ligas da Europa, a Premier League, na Inglaterra, pode sentir no bolso um impacto de R$ 6,7 bilhões. Cerca de 62% desse valor (R

Portal Correio do Agreste
Por Portal Correio do Agreste
Coronavírus deve causar perdas de mais de R$ 20 bilhões para o futebol europeu
A Premier League anunciou no último dia 13 a suspensão do campeonato deste ano
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Oprejuízo do novo coronavírus no futebol irá bem mais além do que somente paralisar os campeonatos. As previsões de especialistas em finanças são bastante sombrias sobre o quanto a modalidade vai se fragilizar e sofrer uma das maiores crises econômicas da história.

 

Apenas as cinco principais ligas nacionais da Europa (Inglaterra, Espanha, Itália, Alemanha e França) podem ter um impacto do equivalente a R$ 20 bilhões se os campeonatos não puderem ser retomados, segundo projeção da consultoria KPMG.

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O estudo divulgado nesta semana o traça um panorama de como as principais competições vão sofrer por fatores como a falta de receitas em dias de jogo, perda de compromissos comerciais e o prejuízo pela falta de transmissão na TV. A situação atual dos campeonatos é de cancelamento, ainda sem uma confirmação de quando o calendário poderá voltar. A mais rica de todas as ligas é quem pode ter o maior golpe.

Apenas a Premier League, na Inglaterra, pode sentir no bolso um impacto de R$ 6,7 bilhões. Cerca de 62% desse valor (R$ 4,2 bilhões) se deve às transmissões de televisão pelo mundo afora, cujos valores são fixados de acordo com a quantidade de jogos exibidos pelos canais. s. Na opinião de especialistas ouvidos pela reportagem, apurar o impacto total do coronavírus no esporte é uma avaliação impossível.

A paralisação na Liga dos Campeões da Europa e o adiamento da Eurocopa são outros fatores de grande peso para enfraquecer o futebol, por envolverem uma cadeia de serviços ainda mais ampla do que as ligas nacionais como viagens de torcedores, verbas maiores de patrocínio e contratos maiores de TV.

Segundo a própria KPMG, no Brasil o duro golpe financeiro será pesado porque boa parte dos recursos depende principalmente dos times estarem em atividade. As rendas com bilheteria representam 15% da receita anual dos clubes e os contratos de TV são responsáveis por 12%.

FONTE/CRÉDITOS: Getty Images

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