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Segunda-feira, 17 de Agosto 2026
Economia

Cesta básica tem aumento de 1,75% em Natal e preço médio é de R$ 347 no mês de novembro

Carne bovina de primeira, banana e feijão registraram maior aumento neste período. Tomate é o produto com maior queda no mês e no ano na capital potig

Portal Correio do Agreste
Por Portal Correio do Agreste
Cesta básica tem aumento de 1,75% em Natal e preço médio é de R$ 347 no mês de novembro
Tomate, no entanto, teve maior queda do mês e do ano — Foto: Agência Diário
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A cesta básica teve um aumento de 1,75% em Natal no mês de novembro e o preço médio chegou ao valor de R$ 347,89. Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e foram divulgados nesta quinta-feira (5).

O aumento no custo no mês de novembro acontece em comparação ao preço da cesta básica no mês de outubro, em que teve o preço médio de R$ 329.

Apesar do aumento, Natal é a quarta capital com o menor custo entre as 16 cidades pesquisadas pelo Dieese em novembro. Em 2019, a variação do preço médio da cesta básica é de 1,90%. Nos últimos 12 meses analisados pelo órgão, a variação atingiu 4,72%.

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Ao todo, sete produtos tiveram o preço reduzido entre outubro e novembro: tomate (-11,36%), arroz agulhinha (-1,61%), manteiga (-1,40%), leite integral (-0,80%), farinha de mandioca (-0,25%), pão francês (-0,22%) e café em pó (-0,18%). Já a carne bovina de primeira (7,63%), banana (4,36%), feijão (3,90%), açúcar refinado (2,18%) e o óleo de soja (0,72%) tiveram aumentos registrados.

O feijão carioquinha (36,31%), a banana (26,92%) e a carne bovina de primeira (10,69%) foram os produtos que mais registraram alta nesses últimos 12 meses. Além deles, o óleo de soja (9,16%), açúcar refinado (6,36%), manteiga (2,11%) e pão francês (1,09%) aumentaram nesse período. As reduções em 12 meses ficaram por conta do tomate (-17,31%), farinha de mandioca (-10,11%), leite integral (-8,13%), café em pó (-6,66%) e arroz agulhinha (-0,27%).

O trabalhador natalense com salário mínimo necessitou cumprir jornada de trabalho de 76 horas e 41 minutos no mês de novembro para comprar a cesta. Em outubro, o tempo necessário foi de 75 horas e 22 minutos.

O custo da cesta básica comprometeu 37,89% do salário mínimo líquido (após os descontos previdenciários) em novembro, percentual menor que o de outubro (37,24%).

FONTE/CRÉDITOS: G1 RN

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