A frase tem sido tão verbalizada, que vem perdendo a gravidade do conteúdo. Todavia, é crescente o número de feminicídio no Brasil, especialmente nesse tempo de pandemia. É um absurdo que, em pleno Século XXI, esse tema ainda seja o mais comum nos noticiários. É incompreensível que se perca a vida de forma tão cruel e banalizada. A vida é nosso bem mais precioso, que só deveria ser finita diante de causas naturais. Mas a cultura machista impregnada em nossa sociedade leva a se considerar a mulher como objeto de posse como se ela não tivesse vontade própria. E as relações se tornam doentias entre os casais, pois, geralmente, quando as mulheres querem colocar um fim na relação, diante da vivência em um sentimento abusivo, são chantageadas ou ameaçadas para não se libertar do seu opressor. E a reflexão que a gente faz é de que se existe tanta violência é porque não existe amor, pois o sentimento de amor como bem cita Coríntios 13:
“O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. /O Amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. É estranho querer ser feliz mesmo que o outro não seja. Nenhum ser humano é obrigado a ficar em um casamento se não há mais respeito nem amor recíproco. E a separação não torna duas pessoas que viveram tantos momentos felizes em inimigos, mesmo com o desafio imediato da separação, o tempo sempre é o melhor remédio para superação e possibilidades para que ambos possam ter novos relacionamentos e retomar suas vidas. Realmente, quem ama, não mata. Diga não ao feminicídio!

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