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Quarta-feira, 01 de Julho de 2026
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Zé Eduardo sofre lesão no adutor e desfalca o América

O atacante Luiz Eduardo está vivendo um período atípico dentro do América, ele voltou a conviver com problemas musculares

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Por Portal Correio do Agreste
Zé Eduardo sofre lesão no adutor e desfalca o América
CANINDÉ PEREIRA
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O atacante Luiz Eduardo está vivendo um período atípico dentro do América, ele voltou a conviver com problemas musculares e terá de passar por mais um período de tratamento para cuidar da lesão no adutor da coxa. A informação é do médico Márcio Rêgo, que não arriscou estabelecer um prazo fixo para o retorno do atleta à equipe.

Zé Eduardo foi substituído ainda no primeiro tempo do confronto diante do São Paulo Crystal


O tratamento e o tempo de recuperação varia de acordo com o nível de lesão, o manual de medicina esportiva aponta que lesões de estiramento muscular de grau 1 demora cerca de 2 semanas para curar. Já na de grau 2, o tempo de tratamento pode atingir cerca de 8 a 10 semanas para curar. No caso considerado o mais grave de todos, o de grau 3, o tratamento pode demorar entre 6 meses a 1 ano.

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Luiz Eduardo acabou sendo uma vítima do estado do gramado do Almeidão, que devido às chuvas, na capital paraibana, ficou bastante pesado, a ponto de atrapalhar a saída de bola da equipe potiguar no empate contra o São Paulo Crystal, em jogo válido pela nona rodada. Com a lesão, abre-se a brecha necessária na equipe para o aproveitamento do atacante Iago, ex-Campinense-PB. O jogador chegou para atuar pelas extremas do campo.

Com relação ao novo empate com o Crystal, o zagueiro Jean Pierre entendeu a bronca dos torcedores, que voltaram a fazer várias críticas em relação a equipe alvirrubra, que não conseguiu deslanchar na competição e voltou a perder posição no G-4 para o Icasa.

"As críticas chegam até os jogadores, é inevitável que isso não ocorra. Neste jogo em João Pessoa estivemos próximos da arquibancada e neste contato direto com o torcedor ouvimos as críticas que eles têm.  O jogador de futebol tem de estar preparado para esse tipo de situação. Pelo momento e o desempenho que estamos tendo na competição, confesso que as cobranças são aceitáveis. A responsabilidade de dar a volta por cima é toda nossa, cabe a nós, atletas, trabalhar para trazer alegria ao nosso torcedor, afinal é tudo que eles querem, ter a alegria da vitória e ver o clube chegando às demais fases do campeonato", ressaltou o zagueiro.

Ele disse ainda que a equipe não recebeu qualquer determinação para se resguardar no sistema defensivo em busca de garantir o resultado, que naquele momento era favorável a equipe potiguar, reforçando que o que ocorreu foi uma circunstância do jogo.

"Não teve orientação para a equipe se retrair, foi uma circunstância do jogo, nós perdemos a posse de bola e apesar de passarmos um tempo com a vantagem numérica de um homem a mais dentro de campo, cheguei a comentar isso com os meus companheiros. No segundo tempo o São Paulo Crystal cresceu dentro da partida, era nítido. Olhávamos para os jogadores deles e víamos que eles haviam se transformado, partiram para o tudo ou nada e além disso ainda havia a dificuldade do campo, muito molhado e cheio de lama, dificultava a saída de bola do América e tudo isso atrapalhou os nossos planos de manter a posse de bola", revelou.

O jogador disse que o resultado foi frustrante para o América, que conseguiu se manter na frente do placar durante um grande período da partida e acabou sofrendo o empate quando já não dava mais tempo de lutar por uma sorte melhor na partida.

"Esse último jogo contra o São Paulo fez o grupo se sentir mal, apesar de ter saído empatado, o sentimento geral é que sofremos uma derrota. Estivemos a maior parte do tempo na frente e o empate veio no último minuto, num pênalti bastante suspeito marcado pelo árbitro. Lamentamos muito o resultado, porque estamos necessitando das vitórias para a nossa equipe permanecer no G-4. O resultado foi péssimo para as nossas pretensões e como sempre fez o clima de cobrança em cima do grupo voltar a crescer", disse Jean Pierre.

FONTE/CRÉDITOS: TRIBUNA DO NORTE
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