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Sexta-feira, 26 de Junho de 2026
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Tripulante com suspeita de apendicite é resgatado por grupo de aviação de Natal

O Esquadrão Falcão (1°/8° GAV), sediado na Base Aérea de Natal, em Parnamirim, resgatou

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Tripulante com suspeita de apendicite é resgatado por grupo de aviação de Natal
Comunicação Social da BANT
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O Esquadrão Falcão (1°/8° GAV), sediado na Base Aérea de Natal, em Parnamirim, resgatou nesta segunda-feira (8) um tripulante filipino com suspeita de apendicite em um navio liberiano que seguia do Brasil para a China. O Comando de Operações Aeroespaciais (Comae), organização da Força Aérea Brasileira (FAB) responsável pela coordenação de missões aéreas, acionou o Esquadrão após o contato do SALVAERO Recife. 

O Esquadrão Falcão, da Força Aérea de Natal, realizou o resgate de um filipino que estava a bordo de um navio. Ele tinha sinais de apendicite e precisou ser atendido por equipe médica

Os primeiros contatos do navio com os órgãos do sistema de busca e salvamento foram realizados na manhã desta segunda (8), quando a embarcação estava navegando a cerca de 92 quilômetros a nordeste de Fortaleza, ou seja, aproximadamente 439 quilômetros de Natal. 

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A aeronave H-36 Caracal decolou de Parnamirim às 12:04h e seguiu diretamente para a vertical do navio para efetuar o resgate do tripulante por meio de um içamento com o uso de um guincho de resgate. Após o içamento da vítima, a aeronave prosseguiu para Fortaleza, onde pousou às 14:15h (horário local). 

O helicóptero manteve o voo pairado enquanto os Homens de Resgate de Busca e Salvamento desceram até o convés do navio e içaram a vítima com uso de um triângulo de resgate. Esse procedimento ocorreu em uma posição situada a 70 km de Fortaleza. A tripulação do helicóptero foi formada por dez militares, sendo três pilotos, dois operadores de equipamentos, três homens de resgate, um médico e um enfermeiro.

De acordo com o capitão aviador Andrey Araújo Moulin, comandante da aeronave, o vento no local do resgate estava bastante forte, acima de 20kt. Por esse motivo foi necessário coordenar com o comandante do navio um deslocamento da embarcação na proa do vento para facilitar a manobra de içamento da vítima. “A colaboração do comandante do navio foi fundamental para a rapidez do resgate", acrescentou o capitão Moulin.

O aspirante Bruno Gomes Fonseca de Sá, médico que participou da missão, destacou que o paciente apresentava um quadro sugestivo de apendicite com necessidade de abordagem cirúrgica de urgência. “Durante o voo, foi realizada a devida analgesia e o controle dos sinais vitais da vítima, de forma a conduzi-la com segurança aos cuidados médicos especializados em Fortaleza”, salientou. 

O suboficial César Augusto Machado Corchaki, operador de equipamento, que efetuou o içamento do filipino, informou que a aeronave só tinha trinta minutos de autonomia na cena e todo o procedimento foi efetuado em quinze minutos. “Os treinamentos frequentes nesse tipo de missão foram fundamentais para a celeridade do resgate”, ressaltou o suboficial.

FONTE/CRÉDITOS: Tribuna do Norte
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