Com a reabertura de estabelecimentos e o retorno à normalidade durante a pandemia do coronavírus, diversos trabalhadores sentem que estão em posição vulnerável, mesmo em lugares onde a Covid-19 é considerada 'sob controle'. Na França, funcionários do Museu do Louvre pediram ao governo para ajudá-los a superar a crise no setor do turismo.
Com fronteiras fechadas, o museu recebe muito menos turistas do que está acostumado. Em maio, o governo francês anunciou um auxílio de 18 bilhões de euros para o turismo, mas esse dinheiro não chega até os guias turísticos, que tem contratos curtos e estão passando por dificuldades financeiras.
Não há uma previsão de quando a "normalidade" será retomada, mas a estimativa é de que o museu ainda vai passar meses com poucos turistas e visitantes.
No Zimbábue, enfermeiros e profissionais da saúde protestaram por maiores salários e pelas condições difíceis de trabalho durante a pandemia. O coronavírus demorou para chegar no continente africano, que está tentando lidar com o número de casos em um sistema de saúde fragilizado e com a falta de infraestrutura.
Na África do Sul, grupos se reuniram na frente da Universidade de Wits, em Johannesburgo, para protestar contra o teste de uma vacina contra o coronavírus desenvolvida pela instituição e a Universidade de Oxford, na Inglaterra.
Para os testes, cerca de 2 mil pessoas serão vacinadas nos próximos meses para ver a eficácia da vacina contra a Covid-19. O país é o epicentro da doença no continente africano. O grupo contra os testes disse que africanos não são "cobaias".

Comentários: