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Terça-feira, 18 de Agosto 2026
Rio Grande do Norte

‘SUS é nacional; temos o dever de socorrer Manaus’, afirma médico do RN

Nesta quinta, estados de diversas regiões do País decidiram acolher pacientes do Amazonas. Só no Rio Grande do Norte, serão instalados 10 pacientes no

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Por Portal Correio do Agreste
‘SUS é nacional; temos o dever de socorrer Manaus’, afirma médico do RN
Com hospitais cheios, Manaus enfrenta uma crise no abastecimento de oxigênio — Foto: Bruno Kelly / Reuters
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Nesta quinta, estados de diversas regiões do País decidiram acolher pacientes do Amazonas. Só no Rio Grande do Norte, serão instalados 10 pacientes no Hospital Universitário Onofre Lopes

O presidente do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte, Geraldo Ferreira, afirmou nesta quinta-feira 14 que os demais estados e municípios brasileiros tem o “dever” de ajudar o Amazonas na superação da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Desde o início da semana, o estado da região Norte vive colapso no sistema de saúde ocasionado pela falta de cilindros de oxigênio e pela alta no número de casos de Covid-19. De acordo com Geraldo Ferreira, apesar de também estar em uma situação crítica na área da saúde, o Rio Grande do Norte pode ajudar o Amazonas. “O SUS (Sistema Único de Saúde) é nacional. Temos o dever de socorrer outras instâncias que estão mais comprometidas”, afirmou o médico ao Agora RN. Nesta quinta, diante do agravamento da crise, estados de diversas regiões do País decidiram acolher pacientes do Amazonas. Só no Rio Grande do Norte, serão instalados 10 pacientes no Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. A Prefeitura do Natal também disponibilizou leitos no Hospital Municipal de Campanha.

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“A situação de Manaus é muito grave, e nós, apesar de estarmos passando também por um momento também delicado na pandemia, ainda podemos dar um socorro. É isso: assistirmos quando pudermos e sermos assistidos quando necessitarmos”, enfatiza Geraldo Ferreira. O presidente do Sindicato dos Médicos do Estado ressaltou que o estado caótico no Amazonas é resultado de uma saúde precarizada. “A rede de saúde em Manaus é precarizada, com quase todos os profissionais terceirizados por empresas que prestam serviços nos hospitais públicos. Convém tirar lições e melhorar a rede de lá com concurso e novas unidades de saúde”, conclui.

 

FONTE/CRÉDITOS: Agora RN

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