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Quinta-feira, 25 de Junho de 2026
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Sexo: 4 a cada 10 casais têm até 3 relações por mês: um casal pode ser feliz com pouco sexo? Sexóloga afirma que sim; entenda

Compartilhar um projeto comum, como trabalho ou filhos é suficiente para continuar bem

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Por Portal Correio do Agreste
Sexo: 4 a cada 10 casais têm até 3 relações por mês: um casal pode ser feliz com pouco sexo? Sexóloga afirma que sim; entenda
Especialistas afirmam que sexo não é apenas sobre as genitais — Foto: Freepik
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Na sociedade atual, a sexualidade tornou-se onipresente. Nos cerca. É quase impossível escapar dela e, na realidade, isso não é novo. Sempre foi assim. Tradicionalmente, esse desejo avassalador — que leva muitas pessoas a cometerem loucuras, traições e tolices impulsionadas pela libido — tem sido canalizado através do casamento, do namoro, do sexo no leito conjugal com o parceiro para toda a vida. No entanto, quando a paixão dos primeiros meses desaparece e os relacionamentos se tornam duradouros, a vontade de fazer sexo diminui consideravelmente.

Um estudo publicado pela Sociedade Internacional de Medicina Sexual conclui que 35% dos casais têm, em média, entre uma e três relações por mês. Em casos extremos, cerca de 5% das pessoas com parceiro não ultrapassavam um ou dois encontros sexuais por ano. Mas, o que acontece quando, por qualquer motivo, o casal deixa de se associar ao sexo? É possível continuar? É possível que tudo flua satisfatoriamente, quando o sexo sai da equação?

— As relações de casal em que não há atividade sexual são mais comuns do que muitas pessoas pensam. Principalmente se entendermos por atividade sexual a penetração associada ao orgasmo — afirma Laura Morán, psicóloga, sexóloga e terapeuta familiar e de casal.

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Laura acaba de publicar o livro "Perfeitamente Imperfeitos", em que oferece chaves para que os relacionamentos funcionem.

— Para muitas pessoas, as relações sexuais podem ser consideradas importantes, mas não são urgentes. Se precisarmos riscar algo da lista, geralmente subtraímos horas de sono e de prazer. Devido ao nosso ritmo de vida frenético, renunciamos a coisas que são relevantes, mas não vitais — continua.

FONTE/CRÉDITOS: o globo
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