Beto Pereira, relator do PL
Em entrevista à Rádio Câmara nesta segunda-feira (21), Beto Pereira adiantou que pretende, a partir da apresentação do seu parecer, recolher sugestões das bancadas partidárias. (Ouça a íntegra da entrevista abaixo.)
Na visão de Beto Pereira, o governo federal não pode ter uma visão de arrecadar mais tributos, mas sim de promover a justiça tributária, e para isso o Carf deve funcionar como um tribunal administrativo que garanta a isonomia de tratamento entre as partes. Em suas palavras, o Carf não pode nem favorecer o Fisco de maneira acintosa, nem o contribuinte da mesma forma.
O tema já havia sido encaminhado pelo governo através de medida provisória, que alegou perdas fiscais de quase R$ 60 bilhões com o entendimento de que o empate sempre deve favorecer o contribuinte.
A proposta do Carf substitui a Medida Provisória 1160/23, editada no começo do ano, com o mesmo propósito. A MP perdeu a validade em 1º de junho sem ser votada pelos parlamentares.

Correio do Agreste