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Sexta-feira, 26 de Junho de 2026
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Procon encontra alimentos vencidos em mercados de Natal e descarta produtos

Fiscalização do Procon nos últimos dois meses flagrou irregularidades em estabelecimentos comerciais

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Procon encontra alimentos vencidos em mercados de Natal e descarta produtos
Para o Procon Natal, é “tolerância zero nesse quesito de alimentos vencidos” - Foto: TÂNIA RÊGO / AGÊNCIA BRASIL
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O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal (Procon Natal) realizou fiscalização nos últimos dois meses em estabelecimentos comerciais como supermercados, hipermercados, atacarejos, padarias e conveniências nas quatro zonas da capital. Foram descartados produtos expostos com validade vencida, acondicionados fora da refrigeração e inadequados para o consumo, com orientações dos fiscais.

A fiscalização é diária por parte da equipe de fiscais do órgão. Na atividade mais recente, foram autuados pelos fiscais os estabelecimentos com divergência de preço nos produtos expostos e com diferença no caixa, como também o cumprimento da lei municipal que indica que deve constar no cupom fiscal o endereço e telefone do órgão de defesa do consumidor, o Procon Natal. Também foi verificada a ausência de exemplar do código de Defesa do Consumidor (CDC).

O diretor técnico, Diogo Capuxú, faz um apelo aos consumidores para terem atenção em verificar a validade dos produtos. “É importante ter total atenção na parte de frios e açougues, pois alguns alimentos estragados ingeridos podem causar graves sequelas ou até a morte da pessoa. Para o Procon Natal, é “tolerância zero nesse quesito de alimentos vencidos ou inadequados. A fiscalização do órgão continuará eficaz para inibir esses atos ilícitos por parte dos estabelecimentos, que infelizmente grande parte colocam a ambição de lucrar em primeiro lugar, do que a saúde das pessoas”.

O objetivo dessa fiscalização no comércio é garantir o cumprimentos das leis e assegurar a tranquilidade e segurança dos consumidores, e multas para irregularidades variam conforme a reincidência do infrator. O setor de fiscalização apresentou relatório, onde foi registrado 36% de Auto de Constatação, ou seja, foram constatados irregularidades nos estabelecimentos fiscalizados pela omissão do endereço do Órgão de Defesa do Consumidor, pelo descumprimento de precificação dos produtos e a ausência do exemplar do Código de Defesa do Consumidor, como também produtos com validade vencida, falta de informação de origem do produto.

São princípios básicos doconsumidor no art. 6º incisos IIIe IV, onde todo consumidor possui direito à informação adequada e clara sobre serviços e produtos. Para prevalecer seus direitos o consumidor deverá procurar os órgão de proteção e defesa do consumidor, ou procurar atendimento presencial marcando agendamento pelos canais de atendimento pelo telefone: (84) 3232-9050, o WhatsApp: (84) 8812-3865 e pelo E-mail: [email protected].

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Estudo aponta o RN como 1º estado do Nordeste em segurança alimentar

O Rio Grande do Norte é o 1º estado do Nordeste com maior percentual da população (51,2%) em situação de segurança alimentar. Ou seja, com acesso pleno a alimentos. Com esse percentual, o RN é o 4º do país nesta condição. Intitulado “II edição do Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da covid-19 no Brasil” (II VIGISAN), o documento, divulgado em 14 de setembro, é da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania Alimentar e Nutricional (PENSSAN).

De acordo com dados coletados entre novembro de 2021 e abril de 2022, publicado pela Penssan, o percentual da população potiguar em situação de segurança alimentar é maior que o do Brasil (41,3%). À frente do Rio Grande Norte, com níveis de acesso pleno a alimentos no país, estão somente Espírito Santo (61%), Santa Catarina (59,4%) e Rio Grande do Sul (52,4%).

O levantamento, sintetiza a Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas), aponta ainda que a insuficiência de renda, desemprego e subemprego, deficiências habitacionais, falta de acesso à educação e precárias condições de saúde estão diretamente inter-relacionados com o agravamento da insegurança alimentar, além da falta de segurança hídrica.

O Governo do Estado mantém dois programas de segurança alimentar e nutricional — o Restaurante Popular e o Programa Leite Potiguar. Juntos, os dois beneficiam 281 mil pessoas em situação de pobreza e extrema pobreza no RN, e estão no Cadastro Único com investimento anual de cerca de R$ 136 milhões com recursos próprios.

FONTE/CRÉDITOS: Agora rn
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