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Domingo, 04 de Outubro 2026
Brasil

Presidente Lula vai ao Palácio do Planalto e vê de perto destruição causada por terroristas bolsonaristas

Após terminar a vistoria no Planalto, o presidente Lula irá ao Supremo Tribunal Federal, onde se reunirá com a presidente da Corte, ministra Rosa Weber

Portal Correio do Agreste
Por Portal Correio do Agreste
Presidente Lula vai ao Palácio do Planalto e vê de perto destruição causada por terroristas bolsonaristas
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva vistoria destruição no Palácio do Planalto (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está no Palácio do Planalto na noite deste domingo (8) vendo de perto a destruição provocada por terroristas apoiadores de Jair Bolsonaro, que invadiram e vandalizaram o prédio, bem como a sede do Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional. 

Após terminar a vistoria no Planalto, o presidente Lula irá ao Supremo Tribunal Federal, onde se reunirá com a presidente da Corte, ministra Rosa Weber. 

Durante o ataque ao Palácio do Planalto neste domingo (8), importantes obras de arte brasileiras acabaram sendo danificadas. Registros que circulam nas redes sociais mostram furos na tela "As Mulatas" (1962), do modernista carioca Di Cavalcanti (1897-1976). Além disso, no Congresso, os danos foram feitos ao vitral "Araguaia", da artista Marianne Peretti. Instalada no hall do Salão Verde da Câmara dos Deputados, a obra foi feita nos anos 1970, com jatos de areia e vidro temperado.

Neste domingo (8), manifestantes bolsonaristas invadiram e depredaram os prédios do Supremo Tribunal Federal (STF), do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto.

A invasão aos prédios causou "danos gravíssimos" ao patrimônio público, conforme afirmou em coletiva de imprensa o ministro da Justiça, Flávio Dino.

Dino ressaltou que os vândalos acabaram de cometer crimes graves, cuja pena vai até 12 anos, no caso de golpe de Estado. “Se nós colocarmos os crimes de dano, inclusive ao patrimônio histórico, e de agressões físicas, falamos de penas que com certeza podem ultrapassar até 20 anos”, lembrou. 

 Diante da situação, o presidente brasileiro decretou uma intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal. O interventor nomeado foi o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli, aliado do ministro Flávio Dino.

FONTE/CRÉDITOS: 247

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