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Terça-feira, 29 de Setembro 2026
Saída

Pela primeira vez, RN conta com médico referência em genotipagem para crianças e adolescentes

Pela primeira vez, o Estado do Rio Grande do Norte tem um médico em referência em Genotipagem (MRG) para crianças

Portal Correio do Agreste
Por Portal Correio do Agreste
Pela primeira vez, RN conta com médico referência em genotipagem para crianças e adolescentes
Foto: Divulgação/Sesap-RN
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Pela primeira vez, o Estado do Rio Grande do Norte tem um médico em referência em Genotipagem (MRG) para crianças e adolescentes. O Doutor Francisco Micussi atua no Hospital Giselda Trigueiro dentro do programa Estadual IST/Aids e Hepatites Virais. A conquista modifica a forma do diagnóstico e permite o acesso ao tratamento de maneira mais ampla e efetiva.  É um procedimento importante para pacientes com esses vírus pois indica qual o melhor tratamento para a mutação de vírus que eles carregam.

"A importância de ter um método genotipagem para as crianças e adolescentes, é porque é um público alvo que quando diagnosticado, necessita de uma genotipagem para o tratamento. Durante muito tempo o Estado teve médicos especialistas em genotipagem para adultos", disse o especialista em genotipagem Doutor Micussi.

De acordo com o médico, a dificuldade eram os treinamentos e capacitações recebidas pelos médicos reguladores em genotipagem, voltados exclusivamente para o adulto.  "Esse procedimento dificultava o diagnóstico e o tratamento para a criança e o adolescente", lembra.

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A Genotipagem é o processo de determinar diferenças na composição genética de um indivíduo e permite examinar a sequência de DNA do indivíduo usando ensaios biológicos e comparando-a com a sequência de outro indivíduo ou uma sequência de referência. Dessa forma, o método revela os genes herdados pelos seus pais e assim conseguir um tratamento mais efetivo.

Antes a consulta com este tipo de especialidade só era possível na cidade de Fortaleza, no Ceará o que era dispendioso e cansativo para a família e paciente, que tinham que viajar mais de 8 horas. "Hoje temos um novo cenário no Rio Grande do Norte, com um tratamento melhor voltado para cada criança e adolescente que convive com o vírus do HIV", finaliza.

FONTE/CRÉDITOS: Portal da Tropical

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