Aguarde, carregando...

Quarta-feira, 19 de Agosto 2026
Política

Para Fátima, recursos da cessão onerosa podem amenizar situação fiscal dos estados

A governadora eleita do Rio Grande do Norte, senadora Fátima Bezerra, afirmou, nesta terça-feira (11),

Portal Correio do Agreste
Por Portal Correio do Agreste
Para Fátima, recursos da cessão onerosa podem amenizar situação fiscal dos estados
Jefferson Rudy/Agência Senado
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

A governadora eleita do Rio Grande do Norte, senadora Fátima Bezerra, afirmou, nesta terça-feira (11), que o Senado Federal está diante de uma oportunidade ímpar de contribuir para amenizar a situação fiscal grave que enfrenta Estados e Municípios.

A parlamentar considera que o Senado tem o compromisso, com os estados, de avançar no debate do PLC 78/2018, que autoriza a Petrobras a vender até 70% de sua participação nas áreas contratadas sob o regime de cessão onerosa, cedidas à empresa pela União. A matéria está em discussão há várias semanas na Casa.

“Nós temos que avançar nesse debate e garantir que os recursos derivados do leilão do excedente da cessão onerosa sejam repartidos com estados e municípios. Isso significa, em primeiro lugar, fazer justiça e, depois, compensar perdas extraordinárias impostas aos entes subnacionais por medidas aprovadas pelo próprio Parlamento, como foi a MP do trilhão, que concedeu essas benesses tributárias às empresas estrangeiras petrolíferas”, disse Fátima.

Publicidade

Leia Também:

A cessão onerosa foi uma autorização que a União fez exclusivamente para a Petrobras produzir 5 bilhões de barris em áreas do Pré-Sal, com um ônus de R$ 74,8 bilhões para a empresa. Para a senadora, a repartição da cessão onerosa entre os entes federados significa oxigenar o pacto federativo, tornando possível a execução das políticas públicas de educação, saúde, assistência social e segurança pública. “Transferir parte desses recursos com estados e municípios vai contribuir para o equilíbrio do pacto federativo, corrigindo distorções graves, quando o bolo tributário fica nas mãos da União, e os estados e os municípios, com migalhas”, justificou.

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

FONTE/CRÉDITOS: Jefferson Rudy/Agência Senado

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
WhatsApp Correio do Agreste
Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )