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Quinta-feira, 25 de Junho de 2026
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Mais Médicos: mais de 80% dos inscritos no programa são brasileiros formados no País

Expectativa é que a confirmação das vagas seja divulgada em 16 de junho

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Mais Médicos: mais de 80% dos inscritos no programa são brasileiros formados no País
São mais de 27 mil inscritos. Foto: Reprodução
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O Ministério da Saúde publicou, nesta sexta-feira 9, o resultado preliminar da escolha das vagas dos profissionais com inscrição validada no programa Mais Médicos. São mais de 27 mil pessoas com inscrição validada para a seleção, sendo 84,7% médicos brasileiros formados no país e 15,3% brasileiros formados no exterior.

Esse é o primeiro chamamento de profissionais desde o relançamento do programa, em março deste ano. Ao todo, o programa passa a designar cerca de 18 mil médicos para atenção primária e garante atendimento para regiões mais vulneráveis. A pasta espera alcançar 28 mil profissionais até o final do ano.

A expectativa é que a confirmação das vagas e dos locais escolhidos seja divulgada a partir de 16 de junho, após o período de interposição de recursos. Os médicos devem começar a atuar na ação no final do mês.

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Brasileiros registrados no Brasil terão prioridade no preenchimento das vagas. As vagas não ocupadas por médicos com registro no país serão preenchidas por brasileiros formados no exterior ou estrangeiros, que continuarão atuando com Registro do Ministério da Saúde (RMS).

Em seu auge, em 2015, o Mais Médicos alcançou a maior marca registrada de sua história, de 18.240 médicos ativos no programa. Com esse edital, o programa recompõe essa marca e objetiva ultrapassar até o final do ano com a abertura de um segundo edital para mais 10 mil médicos.

Cerca de 45% das vagas do edital estão em regiões de vulnerabilidade social. Além disso, neste ano, 117 médicos foram convocados para atuar em territórios indígenas, inclusive Ianomâmi, que enfrenta uma crise sanitária e humanitária.

Em seu relançamento, o governo federal formulou uma série de incentivos para aumentar o tempo de permanência dos médicos no serviço e atrair a assistência para as áreas mais vulneráveis.

FONTE/CRÉDITOS: AGORA RN
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