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Terça-feira, 18 de Agosto 2026
Política

Maioria da bancada federal do RN votou favorável ao LOA 2022

Na contagem final, a LOA foi aprovada com folga nas duas casas legislativas, tendo recebido 358 votos favoráveis e 97 contrários na Câmara. No Senado, passou por 51

Portal Correio do Agreste
Por Portal Correio do Agreste
Maioria da bancada federal do RN votou favorável ao LOA 2022
Deputado Girão votou favorável. Foto: Divulgação
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A maioria da bancada federal do Rio Grande do Norte no Congresso Nacional votou favorável à aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) da União para 2022. A proposta, que dá as diretrizes para os gastos e projeções de receitas do país no próximo ano, segue agora para sanção presidencial. O texto final prevê um total de R$ 16,5 bilhões para as emendas de relator e R$ 4,9 bilhões para o fundo partidário, para financiamento das campanhas eleitorais.

Dos 11 congressistas potiguares, oito votaram a favor da LOA e três, contrários. Na Câmara Federal, apenas um voto contra, do deputado federal Rafael Motta (PSB). Os demais – Benes Leocádio (Republicanos), Beto Rosado (PP), Carla Dickson (Pros), Girão Monteiro (PSL), João Maia (PL), Natália Bonavides (PT) e Walter Alves (MDB) votaram sim. No Senado, apenas Styvenson Valentim (Podemos) se posicionou contrário. Jean Paul Prates (PT) e Zenaide Maia (Pros) votaram sim à proposta do Orçamento Anual.

Na contagem final, a LOA foi aprovada com folga nas duas casas legislativas, tendo recebido 358 votos favoráveis e 97 contrários na Câmara. No Senado, passou por 51 a 20.

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O texto final define o salário mínimo de R$ 1.210, um aumento de 10,04% em relação ao valor atual, que é de R$ 1.100, considerada a projeção para a inflação deste ano, que ainda não foi fechada. No texto original do Executivo, o valor do mínimo seria de R$ 1.169,00.

O recém-criado Auxílio Brasil foi uma das despesas que aumentou o valor final da LOA. Originalmente estimada em R$ 34,7 bilhões, a versão aprovada teve um acréscimo de R$ 54,4 bilhões, resultando em um total de R$ 89 bilhões, que deverão atender 17,9 milhões de famílias. A ampliação só foi possível após a aprovação da PEC dos Precatórios, que limitou o pagamento das dívidas judiciais nos próximos anos e alterou a metodologia do teto de gastos.

O senador Styvenson Valentim comentou seu voto. “O orçamento aprovado foi de R$ 4,823 trilhões e vai servir para custear as áreas que dependem de recursos federais, como a Saúde, Educação, Infraestrutura, dentre outros. Neste valor, estão incluídos R$ 4,9 bilhões para a gastança nas eleições do ano que vem e R$ 16,5 bilhões para o orçamento secreto. Por isso, por coerência, votei contra”, disse.

O deputado federal Girão Monteiro também se pronunciou, afirmando que se posicionou favorável à aprovação do orçamento anual para o próximo ano por entender a necessidade de uma conjuntura de estabilidade política, social e financeira para que o Executivo nacional possa governar o país. “A missão de mudança na forma de se fazer política continua”, disse.

FONTE/CRÉDITOS: Alessandra Bernardo

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