Jair Bolsonaro (PL), que relatou um “um clima” com adolescentes de 14 e 15 anos, homenageou o ex-ditador paraguaio Alfredo Stroessner. Durante a nomeação dos novos dirigentes da Usina de Itaipu Binacional, no início de seu governo, o ocupante do Planalto chamou Stroessner de “estadista” e “homem de visão”.
Reportagem do jornal O Globo destacou logo após a homenagem que “o mais longevo dos ditadores militares da América do Sul, Stroessner comandou o Paraguai entre 1954 e 1989 em um regime de corrupção, pedofilia, estupros, violações de direitos humanos e perseguição política. Como destaca Mauricio Santoro, cientista político e professor do departamento de relações internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), o general paraguaio era uma figura diferente dos demais ditadores sul-americanos: se no Brasil e na Argentina, por exemplo, o poder era controlado de forma mais institucional pelas Forças Armadas, Stroessner borrou as linhas de divisão entre o Estado e si mesmo”.
Bolsonaro admira um dos maiores PEDÓFILOS DA HISTÓRIA! pic.twitter.com/27mu5NtvOU
Publicidade— Felipe Neto 🦉 (@felipeneto) October 18, 2022

Correio do Agreste