Flávio Anselmo era o vice de futebol do ABC na época em que o goleiro Wellington foi vendido para o Casimiro Esporte do Rio de Janeiro e cuja venda originou uma ação onde o clube não foi citado e terminou com o bloqueio de 700 mil reais nas contas do clube.
Flávio Anselmo entrou em contato com o blog hoje(06) logo cedo e sobre a negociação.
” O que aconteceu foi o que o ABC foi procurado por investidores do Rio de Janeiro que tinham interesse em adquirir o Wellington. Pediram que o ABC fizesse uma proposta e a direção pediu 400 mil reais. O atleta acabou sendo vendido por 230 mil reais, que naquele momento representava um valor relativamente bom, e como sempre, com o clube precisando de receita a venda foi realizada”.
Flávio Anselmo afirmou ainda que Wellington não foi liberado imediatamente
“Havia uma cláusula que dizia que quando os investidores quisessem o atleta ele teria que ser liberado imediatamente e quando faltava 15 dias para terminar o Estadual e não havendo mais prazo para contratações os intermediários nos procuraram e acabamos não liberando o jogador. Dida tinha se machucado e o ABC só tinha Camilo e outro goleiro da base que eu não lembro o nome. Assim que terminou o campeonato Wellington foi liberado e seguiu com a vida dele”.
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O ex-dirigente diz que o ABC sabe por quanto o goleiro foi vendido
” Há mais ou menos 20 dias fui procurado por Clécio Santos me falando que haviam entrado na justiça contra o ABC e bloqueado certa quantia do clube, que o ABC havia perdido o prazo e o caso foi julgado a revelia. Quero dizer que até abril de 2012 quando deixei o ABC não tive conhecimento dessa ação e só soube do bloqueio quando fui procurado por Clécio”.
“O ABC sabe por quanto ele foi vendido. O próprio Clécio me disse que tem um depósito de 200 mil e outro de 30 mil reais, o valor pelo qual o goleiro foi vendido. Isso foi o que aconteceu na venda de Wellington, mas o que aconteceu depois de 2012 não é do meu conhecimento. Eu não contratava, vendia, emprestava ou negociava qualquer jogador sem o aval e assinatura do presidente Rubens Guilherme, tudo tinha o aval do presidente”.

Correio do Agreste