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Terça-feira, 18 de Agosto 2026
Rio Grande do Norte

Exportações do RN caem 14% no primeiro quadrimestre de 2020; abril é o pior mês desde 2009

No mesmo período, importações aumentaram 18%, mas saldo da balança comercial ainda é positivo.

Portal Correio do Agreste
Por Portal Correio do Agreste
Exportações do RN caem 14% no primeiro quadrimestre de 2020; abril é o pior mês desde 2009
Porto de Natal, por onde parte das exportações potiguares é escoada — Foto: Canindé Soares
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Nos primeiros quatro meses de 2020, o Rio Grande do Norte registrou uma queda de 14,3% no valor das suas exportações, em relação ao mesmo período de 2019. Abril, já durante a crise do novo coronavírus, teve o pior valor de toda a série histórica iniciada em janeiro de 2009, com vendas de US$ 9 milhões para fora do país - valor quase 50% abaixo do registrado no ano anterior.

Os dados são do sistema ComexVis, do Ministério da Economia. Para se fazer uma comparação, até então, o valor mais baixo de exportações em 2020 tinha sido registrado em fevereiro e foi mais que o triplo de abril: US$ 30,2 milhões.

O único mês com saldo negativo foi abril, quando o volume de importações registradas no estado chegou a 11,6 milhões e, mesmo abaixo dos meses anteriores, ultrapassou o das exportações.

Ao todo, as exportações do estado em 2020 representaram US$ 109,3 milhões (dólares) - mais de R$ 633 milhões - enquanto as importações foram de US$ 57,4 milhões - mais de R$ 332 milhões.

Produtos

 

A queda do volume de exportações aconteceu principalmente pela redução da venda de produtos como as frutas frescas, que representam mais de 40% dos produtos exportados pelo estado. A variação foi de -37% no primeiro quadrimestre - quase U$$ 30 milhões a menos em relação ao ano passado.

Os pescados tiveram queda de 41%, enquanto a venda de tecidos de algodão caiu aproximadamente 20%.

Em contrapartida, o estado registrou aumento de 150% nas exportações de óleos combustíveis e de 62% em minerais brutos - o que ainda não foi suficiente para alavancar o volume total de exportações.

 
FONTE/CRÉDITOS: g1 rn

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