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Quarta-feira, 07 de Outubro 2026
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EUA planejam vacinar até 24 milhões de pessoas em janeiro

Campanha começa assim que FDA liberar Agência analisa pedido da Pfizer na 5ª 1º grupo: idosos e profissionais da saúde

Portal Correio do Agreste
Por Portal Correio do Agreste
EUA planejam vacinar até 24 milhões de pessoas em janeiro
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Autoridades de saúde do governo dos Estados Unidos disseram no domingo (6.dez.2020) que a vacinação contra a covid-19 deve começar em breve no país. A ideia é imunizar até 24 milhões de pessoas em janeiro.

Moncef Slaoui, principal conselheiro científico da Operação Warp Speed –criada para acelerar o desenvolvimento de uma vacina–, disse à CNN que a prioridade será para residentes de lares de idosos e profissionais da saúde.

Depois, a prioridade será a vacinação de pessoas que já tenham patologias que as tornam mais vulneráveis aos efeitos da covid-19. De acordo com Slaoui, esses grupos serão vacinados de janeiro a fevereiro.

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“Mas, em termos populacionais, para que nossa vida comece a voltar ao normal, estamos falando de abril ou maio”, declarou.

A FDA (Food and Drug Administration, agência sanitária dos EUA) tem reunião marcada para a próxima 5ª feira (10.dez.2020) para analisar pedido de uso emergencial da vacina da Pfizer/BioNTech. Em 17 de dezembro, a agência avalia a solicitação da Moderna.

 

 

“Dentro de 24 horas depois que a FDA der luz verde, enviaremos [a vacina] para todos os Estados e territórios com os quais trabalhamos. E, dentro de horas [depois do recebimento do imunizante], eles podem estar vacinando” disse Alex Azar, secretário de Saúde e Serviços Humanos do governo norte-americano à Fox News.

Slaoui vai se reunir nesta 2ª feira (7.dez.2020) com a equipe de transição do presidente eleito, Joe Biden. Na última semana, o democrata disse estar preocupado com a falta de um plano de imunização.

O conselheiro garantiu que existe um plano detalhado de vacinação. Admitiu, no entanto, que podem haver atrasos uma vez que o processo de fabricação das doses tem sido mais complicado e difícil do que o esperado.

“Provavelmente estamos de 6 a 8 semanas atrás do cenário ideal, onde tínhamos 100 milhões de doses até o final deste ano”, disse. “Mas não estamos longe”, falou. Ele não especificou quantas doses o país espera ter até o fim de dezembro.

A Pfizer precisou reduzir pela metade a meta de produzir 100 milhões de doses ainda em 2020. A redução acontece por problemas na cadeia de suprimentos e pela demora em finalizar os testes clínicos.

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