"A situação é crítica no país inteiro em virtude de termos um 'boom' de internações e não termos fornecedores com os quantitativos que todo o país precisa. Na semana passada o governo federal pegou esses mesmos medicamentos em um país vizinho, que foi o Uruguai, para mandar para o Rio Grande do Sul e para Santa Catarina. Hoje a indústria nacional não consegue dar conta da quantidade de insumos necessários para manter os pacientes que estão em leitos críticos, intubados, de maneira confortável", considerou Thiago Vieira.
De acordo com ele, a pandemia também atrapalhou a importação dos sais usados na produção dos medicamentos e a indústria não consegue entregar a quantidade solicitada pelos estados. O estado espera receber mais uma remessa na próxima semana.
"Não temos notícias de falta atualmente nos hospitais. Pode haver uma falta pontual de algum medicamento, mas com a disponibilidade de um substituto", considerou.

Correio do Agreste