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Domingo, 03 de Maio de 2026
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Estados solicitam recursos ao Ministério da Saúde para manter ações contra à Covid; RN assina documento

O texto é assinado pelo secretário de Tributação do Rio Grande do Norte, Carlos Eduardo Xavier

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Estados solicitam recursos ao Ministério da Saúde para manter ações contra à Covid; RN assina documento
Secretário de Tributação do RN, Carlos Eduardo Xavier - Foto: José Aldenir / Agora RN
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Os 27 secretários estaduais de Fazenda ou Tributação assinaram nesta quinta-feira uma carta ao Ministério da Saúde solicitando recursos para a manutenção das medidas de enfrentamento à Covid-19. O documento é assinado pelo secretário de Tributação do Rio Grande do Norte, Carlos Eduardo Xavier. Organizada pelo Comitê Nacional dos Secretários da Fazenda dos Estados (Comsefaz), a carta alerta para a atual segunda onda da pandemia e crítica a redução do custeio de leitos pelo Ministério da Saúde em meio ao agravamento da pandemia do novo coronavírus. “Durante a primeira onda, foi possível mobilizar estruturas existentes para atender a demanda da pandemia. A partir da segunda onda, essa estratégia não é viável, posto que condições preexistentes voltaram a crescer e coexistem com uma quádrupla carga de doenças: Covid-19, causas externas, doenças crônicas degenerativas e outras doenças infectocontagiosas e metabólicas / nutricionais compulsórias”, alegam os secretários. Citando que a pandemia não cessou e que os efeitos da vacinação só devem repercutir no final do ano, quando o País tiver um porcentual mais alto da população imunizada, os secretários pedem “um aporte imediato de novo orçamento de auxílio aos estados”. “O investimento na rede de atenção e vigilância pressupõe novos investimentos tecnológicos na rede de frio, testagem e transporte, assim como mobilização de recursos humanos e materiais para garantir a segurança dos hospitais”. “Leitos não são uma estrutura que se mobiliza e desmobiliza em semanas. Como ampliações envolvem contratos de médio prazo, programação de suprimentos, revisão de perfis de unidades hospitalares”, prossegue a carta, que conclui que,“diante disto, urgente que a União aporte aos estados novo incremento ao de média e alta complexidade para custeio livre da rede de atenção e vigilância, assim como, manter o mecanismo já consolidado no SUS de habilitação e custeio fixo dos leitos de UTI-Covid”.


FONTE/CRÉDITOS: Agora rn
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