A Defensoria Pública do Rio Grande do Sul ingressou nesta quarta-feira(25), com uma ação civil pública coletiva contra o Carrefour e a empresa de segurança Vector devido à morte de João Alberto Silveira Freitas, 40, espancado por dois seguranças na unidade da zona norte de Porto Alegre, na última quinta-feira (19).
A ação pede indenização de R$ 200 milhões para a rede Carrefour por danos morais coletivos e sociais. Segundo a Defensoria Pública, o valor deverá ser destinado a fundos de combate à discriminação e defesa do consumidor, entre outros.
Defensoria pede interdição de unidade
A Defensoria pediu a interdição da unidade do Carrefour por cinco dias para “diminuir os riscos de possíveis atos hostis que poderão ocorrer em decorrência das manifestações”, segundo nota divulgada em entrevista coletiva de imprensa
O órgão pede que a rede de supermercado crie em dez dias um plano de combate ao racismo e ao tratamento discriminatório voltado para funcionários. Também solicita adoção de campanhas de conscientização em redes sociais e determina a colocação de ao menos dez cartazes em cada unidade na rede no Brasil, destacando que discriminação é crime.
UOL

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