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Terça-feira, 18 de Agosto 2026
Economia

Comércio de Natal espera vender 7% a mais durante o Carnaval de 2019

Favorecida pelo calendário deste ano, a festa de Momo deve mudar a cara de março, mês que tradicionalmente é a porta de entrada da baixa temporada

Portal Correio do Agreste
Por Portal Correio do Agreste
Comércio de Natal espera vender 7% a mais durante o Carnaval de 2019
No Alecrim, um “atacarejo” espera este ano aumentar seu faturamento 50% nos cinco dias de festividades carnavalescas
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Com o Carnaval começando em 1º de março – no ano passado teve início em 13 de fevereiro – os comerciantes de Natal já estão celebrando antecipadamente as boas vendas num mês em que normalmente é de baixa.

“É sinal de que teremos hotéis ocupados e muita gente gastando”, diz Derneval Júnior, presidente da Associação dos Lojistas do Midway Mall.

Este ano, um acordo com o sindicato dos comerciários deu a folga da categoria para a segunda-feira de Carnaval, que cairá no dia 4. Isso significa que o domingo e a terça-feira serão de trabalho e faturamento para o lojista que quiser abrir e, é claro, vendedores que quiserem trabalhar.

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Para Derneval Júnior, tudo isso deve favorecer a uma alta de 7% no faturamento do varejo em relação ao ano passado, quando a festa aconteceu em fevereiro. Outro fator que ajudará nos resultados positivos são os investimentos do município ligados à festa, que vem crescendo de uns anos para cá.

“O tratamento que o prefeito Álvaro Dias resolveu dar para o Carnaval deve repercutir, com certeza, nas vendas do comércio este ano”, antecipa o lojista.

No Alecrim, um “atacarejo” de produtos carnavalescos fundado há 15 anos – a Osvaldo Atraente – espera este ano aumentar seu faturamento 50% nos cinco dias de festividades carnavalescas.

Segundo a gerente Ana Carolina, os artigos que puxarão as vendas são o spray de espuma, o spray de confete e as fitas de cabelo coloridas.

Um estudo do Sebrae mostra que a formalização dos pequenos negócios ligados ao carnaval cresceu 312% nos últimos sete anos no Rio Grande do Norte.

Para o superintendente do Sebrae no RN, Zeca Melo, independentemente da crise econômica, as festas carnavalescas têm importância social e econômica que transcendem políticas fiscais.

“São expressões populares que precisam ser apoiadas não com financiamentos, mas com políticas de incentivo para voltar a ser uma festa das famílias”, opinou.

FONTE/CRÉDITOS: José Aldenir / Agora RN

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