Aguarde, carregando...

Quarta-feira, 19 de Agosto 2026
Natal RN

Com buscas em Natal, Polícia Federal deflagra 66ª fase da Operação Lava Jato

Inquérito tem como foco principal a apuração de crimes de lavagem de dinheiro praticados por doleiros

Portal Correio do Agreste
Por Portal Correio do Agreste
Com buscas em Natal, Polícia Federal deflagra 66ª fase da Operação Lava Jato
Polícia Federal deflagrou operação na manhã desta sexta-feira, 27
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Inquérito tem como foco principal a apuração de crimes de lavagem de dinheiro praticados por doleiros e funcionários de uma instituição financeira

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira, 27, em cooperação com o Ministério Público Federal e Receita Federal, deflagrou a 66ª fase da Operação Lava Jato, denominada “Alerta Mínimo”.

Estão sendo cumpridos sete mandados de busca e apreensão na cidade de São Paulo (SP) e um em Natal/RN. As medidas cautelares foram expedidas pela 13ª Vara Federal de Curitiba/PR.

Publicidade

Leia Também:

O inquérito tem como foco principal a apuração de crimes de lavagem de dinheiro praticados por doleiros e funcionários de uma instituição financeira, que teriam atuado em benefício de empresas que contratavam com a grande multinacional do ramo de combustíveis e necessitavam de dinheiro em espécie para o pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos.

Durante a investigação foram obtidos documentos, trazidos por colaboradores, que indicaram que determinado doleiro teria sido responsável por disponibilizar pelo menos R$ 110 milhões, em espécie, para viabilizar o pagamento de propinas.

A obtenção do dinheiro em espécie, neste caso, envolvia trocas de cheques obtidos junto ao comércio da grande São Paulo e abertura de contas sem documentação necessária ou com falsificação de assinaturas em nome de empresas do ramo imobiliário.

A suspeita quanto à participação de gerentes de agências bancárias consistia em dar suporte às operações de desconto de cheques e elaborar justificativas internas a fim de evitar fiscalizações e ações de compliance da instituição financeira. Em troca, os funcionários recebiam comissões dos operadores e conseguiam vender produtos da agência para atingir metas.

O nome da operação faz referência ao fato de que os alertas de operações atípicas do sistema interno do banco para comunicação ao COAF passaram a ser encerrados, mediante a apresentação de justificativas pelos gerentes de agência, como se não houvesse indícios de lavagem de dinheiro.

FONTE/CRÉDITOS: José Aldenir / Agora RN

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
WhatsApp Correio do Agreste
Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR