Portal Correio do Agreste - A serviço do povo!

Domingo, 03 de Maio de 2026
JATOBÁ
JATOBÁ

COVID 19

Clínicas particulares de Natal não devem comprar vacina Pfizer

Vacina Pfizer foi aprovada de forma definitiva pela Anvisa para uso no Brasil. Com a decisão, empresas privadas podem adquirir doses.

Portal Correio do Agreste
Por Portal Correio do Agreste
Clínicas particulares de Natal não devem comprar vacina Pfizer
Vacina Pfizer. Foto: Reuters
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

As clínicas particulares de Natal devem se manter longe das negociações para compra de doses da vacina Pfizer, aprovada nesta terça-feira 23 de forma definitiva pela Anvisa para uso no Brasil. Com a decisão, empresas privadas podem, legalmente, adquirir as doses produzidas pelas farmacêuticas Pfizer/BioNTech, no entanto, a possibilidade de compras particulares devem ficar em segundo plano. A AMI Vacinas, único centro do Rio Grande do Norte ligado à Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (ABCVAC), que vinha negociando também a compra da Covaxin, vacina desenvolvida na Índia pelo laboratório Bharat Biotech, informou que não deve comprar o novo imunizante aprovado, da Pfizer, e que entende que a vacina deve ser uma prioridade do serviço público, dado o momento crítico da disponibilidade das doses para os grupos prioritários. A Vacina Clínicas segue a mesma linha de decisão. Ao Agora RN, a equipe indicou que só deve decidir sobre a compra de doses contra a Covid-19 após liberação por parte do Ministério da Saúde e o desenrolar dos projetos sobre o tema que tramitam no parlamento. A clínica também entende que esse é um tema de responsabilidade do Estado. Já a Viva Imunne informou que o interesse por doses contra a Covid-19 é grande por parte da empresa. Afirmou ainda que a clínica, de forma individual, já entrou em contato com os responsáveis pela vacina e que espera ter uma negociação iniciada ainda essa semana. No entanto, os detalhes do investimento ainda não foram medidos pela proprietária. A clínica já vinha negociando também a compra da Covaxin mas, junto a outras clínicas do estado, decidiu não adquirir vacinas que ainda não tinham aprovação definitiva pela Anvisa, por conta do risco financeiro. Impasses Do ponto de vista legal, somente com a aprovação da Anvisa, empresas particulares podem adquirir as doses, entretanto a Pfizer comunicou que não há previsão de negociação com a rede privada. Segundo uma nota da farmacêutica no Brasil, a empresa “só vai negociar com o Governo Federal”. Outro ponto que também pode ser um impasse para a aquisição de vacinas por empresas privadas é o Projeto de Lei apresentado nesta terça-feira 23 pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). A proposta da PL 534/2021 é permitir ao poder público – união, estados e municípios – assumir os riscos referentes à responsabilidade civil de eventos adversos após a vacinação, além de facilitar a compra de doses pelo setor privado, contanto que essas sejam, integralmente, doadas para o Sistema Único de Saúde (SUS). Se o texto for aprovado, o setor privado só estará autorizado a comercializar ou utilizar as vacinas diretamente nos próprios centros após o término da imunização dos grupos prioritários previstos no Plano Nacional de Imunização, como idosos e profissionais de saúde. Aprovação A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro definitivo da vacina produzida pela Pfizer no Brasil. É o primeiro imunizante a ter autorização para uso em massa no País – diferente das vacinas Coronavac e a de Oxford, que, por enquanto, só possuem aval para uso emergencial e, portanto, só podem ser utilizadas e ministradas pelo poder público através do SUS. A aprovação foi comunicada em nota pelo presidente da agência, Antonio Barra Torres, na manhã desta terça-feira 23.


FONTE/CRÉDITOS: Agora rn
Comentários:
REDECON
REDECON
REDEC
REDEC

Crie sua conta e confira as vantagens do Portal

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!

Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )