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Segunda-feira, 01 de Junho de 2026
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Chuvas e alagamentos contribuem para recorde de contaminação de praias da Grande Natal

Segundo monitoramento, 15 dos 33 pontos analisados estão impróprios para banho.

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Por Portal Correio do Agreste
Chuvas e alagamentos contribuem para recorde de contaminação de praias da Grande Natal
Área próxima ao Morro do Careca foi uma das consideradas "impróprias para banho" no último boletim divulgado pelo Programa Água Azul — Foto: Fernanda Zauli/g1
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O mais recente Boletim da Balneabilidade das praias do Rio Grande do Norte aponta que 15 dos 33 trechos analisados estão impróprios para banho. Este é o maior quantitativo de praias classificadas como impróprias desde o início do monitoramento há mais de 20 anos.

Os dados foram divulgados pelo Programa Água Azul na última sexta-feira (8). Um novo boletim deve ser publicado na noite desta sexta-feira (15), com a atualização dos pontos.

Apesar das chuvas e alagamentos que foram registrados desde o início do mês de julho serem os principais fatores para o aumento de pontos impróprios, o coordenador do Programa, Ronaldo Diniz, diz que outros elementos também contribuíram para o quadro.

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"Falta de saneamento, aspectos sociais. Mas as chuvas foram os principais fatores, pois as águas vieram lavando diversos locais, trazendo a sujeira para os reservatórios", diz o especialista.

Praia do Forte, em Natal, também foi considerada imprópria para banho — Foto: Canindé Soares

Praia do Forte, em Natal, também foi considerada imprópria para banho — Foto: Canindé Soares

Estão impróprias para banho:
Ponta Negra (acesso principal)
Ponta Negra (Morro do Careca)
Pirangi do Norte
Via Costeira (Cacimba do Boi)
Praia de Miami
Mãe Luíza
Areia Preta
Praia do Meio
Praia do Forte
Redinha (Rio Potengi)
Redinha (Região da Igreja)
Barra do Rio
Foz do Rio Pirangi (Nísia Floresta)
Rio Pium (Ponte Nova)
Rio Pium (Balneário Pium)
O estudo é realizado em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) e Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) analisa a quantidade de coliformes termotolerantes encontrados nas águas.

FONTE/CRÉDITOS: g1 rn
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