Adriane Galisteu virou, nos últimos tempos, um dos nomes mais comentados na televisão brasileira. No ar com o Power Couple, ela agora substituirá o apresentador Rodrigo Faro – afastado temporariamente devido o diagnóstico de Covid-19 – nos domingos da Record. E, além disso, comandará o reality show A Fazenda, que estava órfão após Marcos Mion deixar a emissora paulista e se aventurar pelo mundo do streaming. Todo esse sucesso é a volta por cima da loira que, após um começo promissor nas telinhas, ficou esquecida e agora ressurge com força total,Galisteu assumiu o Power Couple, reality show de relacionamentos de famosos, que está em sua quinta temporada na Record, após a morte de Gugu Liberato, em 2019 – no último ano, a atração não foi ao ar por conta da pandemia. Em seu retorno à televisão aberta, a apresentadora conquistou o público e se tornou um nome forte dentro da emissora.
Do ostracismo ao holofote
No início dos anos 2000, Adriana Galisteu figurava entre as principais apresentadoras do Brasil e o start dessa carreira de sucesso foi, justamente, na Record – depois de passagem pelo Superpop, da RedeTV!. Na emissora paulista, ela apresentou o É Show, que à época bateu altos índices de audiência e se tornou o principal programa de estúdio da casa. O projeto é, até hoje, considerado um dos maiores sucesso da carreira da loira.
Diante do sucesso da apresentadora, em 2004, SBT fez uma proposta para a artista e a levou para comandar o programa Charme, que ia ao ar durante as tardes. Contudo, a atração foi marcada por diversas interferências de Silvio Santos – como, aliás, é comum na emissora – e teve seu horário de exibição alterado por mais de 15 vezes, chegando a ser transmitido durante a madrugada. O contrato com o SBT foi encerrado em 2008.
Galisteu, então, passou a apostar em novos projetos fora da televisão. Estrelou peças de teatro (Nunca se Sábado, O Rim e Às Favas com os Escrúpulos) e filmes (Coisa de Mulher e Se Eu Fosse Você 2), até ir para a Band em 2008, onde comandou o Toda Sexta, que ficou no ar até 2010.

Correio do Agreste