Portal Correio do Agreste - A serviço do povo!

Mulher acusada de mandar matar a própria mãe a marretadas é absolvida; júri condena pedreiro a 12 anos

Júri popular que durou 13 horas aconteceu nesta quarta-feira (6) em Macaíba, na Grande Natal. Crime aconteceu em julho de 2015.
Mulher acusada de mandar matar a própria mãe a marretadas é absolvida; júri condena pedreiro a 12 anos
Júri absolveu mulher acusada de ser mandante do assassinato da própria mãe na Grande Natal — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi

OUVIR NOTÍCIA

Após quatro anos de espera e 13 horas de julgamento, o júri popular decidiu absolver uma mulher que era acusada de ser a mandante do assassinato da sua própria mãe, a marretadas. O crime aconteceu no município de Macaíba, região metropolitana de Natal, em julho de 2015.

Assassino confesso, o pedreiro Geraldo José Amaro do Nascimento, que trabalhava na casa da vítima, foi condenado a 12 anos e 6 meses de prisão por homicídio triplamente qualificado.

Taliany Masquiza de Freitas Lourenço, de 26 anos, foi acusada de ter sido a mandante do crime que vitimou sua própria mãe, Normalice de Freitas Lourenço, de 41 anos, na noite de 30 de julho de 2015, dentro de uma casa no centro de Macaíba, cidade da região Metropolitana de Natal.

"Foi feita Justiça, tanto da terra como de Deus, foi cinco anos guerreando, cinco anos orando, cinco anos tentando realmente provar minha inocência", ela afirmou, emocionada.

A prisão da filha, que na época tinha 22 anos, aconteceu após depoimento do próprio assassino, que disse que teria cometido o crime em troca de dinheiro. Após o crime, ele levou R$ 35 mil e um carro da vítima.

Porém, durante o julgamento, Geraldo afirmou que mentiu na ocasião, por medo de ser preso, e que estava arrependido. Além disso, o réu confesso afirmou que cometeu o crime porque a vítima era uma pessoa difícil e que eles tinham brigado no dia do crime.

A Defensoria Pública, alegou que o homem agiu por legítima defesa e que ele tem problemas psicológicos. Porém, o júri popular, formado por três homens e quatro mulheres, decidiu condená-lo a 12 anos e seis meses de prisão.

"Me arrependo muito do que fiz e quero que ela (Taliany) seja feliz. Errar é humano, mas permanecer no erro é burrice. Hoje eu me sinto feliz, não porque ela (Normalice) morreu. Se eu pudesse, eu daria a vida dela de volta, mas não sou Deus. Mas creio que Deus vai abençoar a família dela", disse o pedreiro.

Fonte

Julianne Barreto, Inter TV Cabugi

Comentários

Quer mais artigos e as newsletters editoriais no seu e-mail?

Receba as notícias do dia e os alertas de última hora.
[CARREGANDO...]

Confira mais Notícias

BRASIL
Ato organizado pela Gaviões da Fiel une torcedores de todos os times contra fascismo de...
Ato organizado pela Gaviões da Fiel une torcedores de todos os times contra fascismo de Bolsonaro
VISUALIZAR
Policial
SÃO JOSÉ DE MIPIBU: PRF PRENDE AUTOR DE ROUBO À ÔNIBUS INTERMUNICIPAL
SÃO JOSÉ DE MIPIBU: PRF PRENDE AUTOR DE ROUBO À ÔNIBUS INTERMUNICIPAL
VISUALIZAR
Rio Grande do Norte
Policial Militar que morreu vítima do coronavírus no RN tem pertences roubados no hospital
Policial Militar que morreu vítima do coronavírus no RN tem pertences roubados no hospital
VISUALIZAR
GRANDE NATAL
Superlotada, UPA na Grande Natal amanhece fechada por não conseguir receber mais pacientes,...
Superlotada, UPA na Grande Natal amanhece fechada por não conseguir receber mais pacientes, diz direção
VISUALIZAR
BRASIL
“A epidemia é uma doença social”, diz o filósofo Luiz Felipe Pondé
“A epidemia é uma doença social”, diz o filósofo Luiz Felipe Pondé
VISUALIZAR
Pandemia
Caminhos da Reportagem aborda rotina das crianças durante a pandemia
Caminhos da Reportagem aborda rotina das crianças durante a pandemia
VISUALIZAR
Fale com a redação!

Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )