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Menina morta após supostas agressões é velada no Recife

Vítima, de um ano e quatro meses, morreu ao dar entrada na UPA de Peixinhos, com sinais de violência. Sepultamento está marcado para às 11h, no Cemité

Está sendo velado nesta quarta-feira (13) o corpo da menina de um ano e quatro meses que morreu ao dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Peixinhos, em Olinda, com sinais de violência. A cerimônia ocorre no Cemitério de Santo Amaro, no centro do Recife. A dor da perda fez a família permanecer em silêncio. Abalados, os parentes cercavam o caixão branco, que representa a pureza da criança. O sepultamento está marcado para as 11h, no mesmo local.

Leia também:

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A criança foi levada à unidade pela mãe, uma adolescente de 14 anos, apresentando possíveis marcas de estrangulamento. A equipe médica informou aos policiais que a criança morreu logo depois de dar entrada no hospital. Ao tentarem reanimar a menina, os médicos notaram marcas e ferimentos no pescoço e no rosto, próximo à boca da criança, além de um ferimento compatível com uma queimadura. O boletim de ocorrência foi registrado como morte a esclarecer.

A mãe da criança e o padrasto da bebê trocaram acusações sobre as supostas agressões sofridas pela vítima, que teriam provocado o óbito. O padrasto da vítima, de 22 anos, se apresentou espontaneamente à polícia e contou que está há dois meses com a mãe da criança. Disse que queria se separar por conta do tratamento que a adolescente dava à menina. Ele afirma que a mãe costumava espancar a filha com tapas e socos.

“Ela [a mãe] inventou uma gravidez para evitar a separação e fui com ela fazer um exame de sangue, que deu negativo. Quando chegamos a criança estava mole no berço. Disse que era preciso levá-la ao hospital, mas a mãe queria almoçar primeiro. Quando eu acordei, ela já estava com a marca no pescocinho. Estava meio dormindo e acabou dormindo de novo. Eu estou mais tranquilo, pois provei minha inocência e agora vou para casa. Mas não sei como vai ficar minha vida. Estou com medo”, desabafou.

Segundo o padrasto, a família da adolescente não gosta dele e tem o ameaçado. “Quando eu fui lá explicar como as coisas aconteceram, ela armou para mim com três caras. Tentaram me matar, mas eu consegui escapar. Nunca me imaginei numa situação dessa. Sou cheio de sobrinho, tenho um filho, dava toda atenção para criança, não deixava faltar nada em casa. É uma criancinha de um ano e quatro meses, pelo amor de Deus”, continuou.

A adolescente acusada, por sua vez, conta que saiu de casa pela manhã para fazer exames e, ao retornar, encontrou a criança passando mal, com uma marca de esganadura no pescoço, hematomas no rosto e marcas de queimadura. Ela também alega que tanto ela quanto a menina eram agredidas pelo companheiro e que ele fugiu ao saber da morte da filha dela.

O caso, registrado na segunda-feira (11), é investigado pelo delegado Felipe Monteiro, da Delegacia do Varadouro, na mesma cidade onde ocorreu a morte. A Polícia Civil se pronunciou em nota sobre o caso e afirma ter aberto um procedimento de investigação para apurar o caso. O delegado, que preferiu não se pronunciar até ter mais informações mais substanciais sobre o caso, aguarda o laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) onde o corpo da criança foi periciado, para saber se de fato a morte foi provocada por violência. Familiares da menina já estão sendo ouvidos.

Fonte

OP9
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Menina morta após supostas agressões é velada no Recife

OP9

Está sendo velado nesta quarta-feira (13) o corpo da menina de um ano e quatro meses que morreu ao dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Peixinhos, em Olinda, com sinais de violência. A cerimônia ocorre no Cemitério de Santo Amaro, no centro do Recife. A dor da perda fez a família permanecer em silêncio. Abalados, os parentes cercavam o caixão branco, que representa a pureza da criança. O sepultamento está marcado para as 11h, no mesmo local.

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A mãe da criança e o padrasto da bebê trocaram acusações sobre as supostas agressões sofridas pela vítima, que teriam provocado o óbito. O padrasto da vítima, de 22 anos, se apresentou espontaneamente à polícia e contou que está há dois meses com a mãe da criança. Disse que queria se separar por conta do tratamento que a adolescente dava à menina. Ele afirma que a mãe costumava espancar a filha com tapas e socos.

“Ela [a mãe] inventou uma gravidez para evitar a separação e fui com ela fazer um exame de sangue, que deu negativo. Quando chegamos a criança estava mole no berço. Disse que era preciso levá-la ao hospital, mas a mãe queria almoçar primeiro. Quando eu acordei, ela já estava com a marca no pescocinho. Estava meio dormindo e acabou dormindo de novo. Eu estou mais tranquilo, pois provei minha inocência e agora vou para casa. Mas não sei como vai ficar minha vida. Estou com medo”, desabafou.

Segundo o padrasto, a família da adolescente não gosta dele e tem o ameaçado. “Quando eu fui lá explicar como as coisas aconteceram, ela armou para mim com três caras. Tentaram me matar, mas eu consegui escapar. Nunca me imaginei numa situação dessa. Sou cheio de sobrinho, tenho um filho, dava toda atenção para criança, não deixava faltar nada em casa. É uma criancinha de um ano e quatro meses, pelo amor de Deus”, continuou.

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