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De Patané para o mundo: Conheça um povo humilde, feliz e acolhedor!

Conheça a história desse povo batalhador.

Imagens: Joás Nascimento

DE PATANÉ, PARA O MUNDO: Na vida, temos a sensação de que nem tudo é fácil, porém, ainda existe no pensamento e no coração de muitos, a esperança de que dias melhores virão e poderão ser vividos. É nesse pensar que conversamos com os marisqueiros de Patané, distrito de Arez. Um povo humilde, feliz e acolhedor. Na quarta e quinta-feira, estivemos no “Porto”, local onde pescadores e marisqueiros utilizam e passam, todos os dias, por ali, em busca do sustento familiar.

A Laguna Guarairas, maior fonte de renda dos pescadores da comunidade, abrange hoje cerca de 20 famílias, que pescam o marisco, e que tiram dali o sustento familiar, local, onde essas famílias passam a maioria do seu tempo, dedicando-se ao trabalho. O marisco “Lilio”, principal crustáceo pescado pelos marisqueiros daquele porto é o verdadeiro querido de todos, comercializado em grande porte, o Lilio ganha a credibilidade dos atravessadores, que compram em grande número, ajudando no financeiro dos pescadores.

O Lilio, comercializado em grande número, é vendido por um preço baixo; todas aquelas famílias, fazem essa distribuição para uma pessoa, vinda de recife para buscar os Mariscos, e assim, comercializar para estabelecimentos.

Para o Pescador Erivan, a luta é tremenda; ao nascer do Sol, o marisqueiro já deve estar prestes a iniciar sua jornada. Por dia, segundo ele, seu genro consegue tirar 10 sacos, e em uma semana, vender aproximadamente 280 quilos do marisco, comercializado a 5 reais.

Portanto, quando relacionamos à números, totalizamos, que dali, sai mais de tonelada de crustáceos por semana. Segundo ele, mesmo com o grande trabalho que tem de fazer toda a preparação, consegue-se, fazer por semana, cerca de 700 reais, uma ajuda que equivale muito na vida daquelas famílias.

Ao trazer o pescado ao porto, cada família segue até sua barraca, dali quando é possível, os pescadores realizam todo o preparo para a retirada do Marisco. Iniciando com a ferventação, eles fazem todo o processo; o “batimento” é o processo em que o marisco larga do casco, isso é feito através de uma armação dos pescadores, que facilita muito. Logo após isso, outros familiares realizam a limpeza do crustáceo, e retirando qualquer caco que ficou durante o batimento.

Depois disso, todo o crustáceo é colocado em um local propício, destinado à depois ser embalado. Na maioria dos casos, é necessário que as famílias deixem em espera os crustáceos para poderem ferventar e tirar o “Miolo” no outro dia, dependendo da Maré, que no caso, relaciona-se ao horário. Algumas famílias permanecem no local até o final da tarde, outros, esperam para fazerem todo o restante do serviço, no outro dia, enquanto outros familiares, realizam a pesca.

Para os que convivem diariamente com tudo isso, aquele local é também um local de distração, onde todos se concentram e ali, criam aquele ciclo de amizade. Ali, tem família que já faz todo esse processo e realiza essa rotina diária, a cerca de 10 anos. Ao presenciarmos e participarmos juntamente com eles, e sabermos de tudo o que ocorre no dia a dia daqueles pescadores, notamos no semblante de cada um deles, a felicidade em trabalhar em equipe e saber que será recompensado, com seus esforços rotineiros.

Fonte

Portal Correio do Agreste
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DE PATANÉ, PARA O MUNDO: Na vida, temos a sensação de que nem tudo é fácil, porém, ainda existe no pensamento e no coração de muitos, a esperança de que dias melhores virão e poderão ser vividos. É nesse pensar que conversamos com os marisqueiros de Patané, distrito de Arez. Um povo humilde, feliz e acolhedor. Na quarta e quinta-feira, estivemos no “Porto”, local onde pescadores e marisqueiros utilizam e passam, todos os dias, por ali, em busca do sustento familiar.

A Laguna Guarairas, maior fonte de renda dos pescadores da comunidade, abrange hoje cerca de 20 famílias, que pescam o marisco, e que tiram dali o sustento familiar, local, onde essas famílias passam a maioria do seu tempo, dedicando-se ao trabalho. O marisco “Lilio”, principal crustáceo pescado pelos marisqueiros daquele porto é o verdadeiro querido de todos, comercializado em grande porte, o Lilio ganha a credibilidade dos atravessadores, que compram em grande número, ajudando no financeiro dos pescadores.

O Lilio, comercializado em grande número, é vendido por um preço baixo; todas aquelas famílias, fazem essa distribuição para uma pessoa, vinda de recife para buscar os Mariscos, e assim, comercializar para estabelecimentos.

Para o Pescador Erivan, a luta é tremenda; ao nascer do Sol, o marisqueiro já deve estar prestes a iniciar sua jornada. Por dia, segundo ele, seu genro consegue tirar 10 sacos, e em uma semana, vender aproximadamente 280 quilos do marisco, comercializado a 5 reais.

Portanto, quando relacionamos à números, totalizamos, que dali, sai mais de tonelada de crustáceos por semana. Segundo ele, mesmo com o grande trabalho que tem de fazer toda a preparação, consegue-se, fazer por semana, cerca de 700 reais, uma ajuda que equivale muito na vida daquelas famílias.

Ao trazer o pescado ao porto, cada família segue até sua barraca, dali quando é possível, os pescadores realizam todo o preparo para a retirada do Marisco. Iniciando com a ferventação, eles fazem todo o processo; o “batimento” é o processo em que o marisco larga do casco, isso é feito através de uma armação dos pescadores, que facilita muito. Logo após isso, outros familiares realizam a limpeza do crustáceo, e retirando qualquer caco que ficou durante o batimento.

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